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sábado, 28 de janeiro de 2012

Câncer: tratamentos naturais

Para restabelecer o organismo não tem outra: é preciso dieta*, limpeza e suplementação alimentar.

Além disso, depois que todos os sintomas desaparecem, deve-se continuar a dieta rigorosa por pelo menos dois meses e fazer uma dieta menos restrita por um ano para assegurar que todas as células cancerosas estão mortas. Depois disso, deve-se fazer um plano de prevenção de câncer para toda a vida.

Lembre-se: as sugestões aqui contidas não substituem o acompanhamento por um terapeuta sério e competente. Elas servem apenas como orientação e apresentação de tratamentos alternativos.

*Veja aqui no blog uma dieta de purificação do sangue:
http://curapelanatureza.blogspot.com/2008/04/dieta-para-purificar-o-sangue.html


ERVAS E SUPLEMENTOS

1. Abacate
Fonte do potente antioxidante luteína, que protege o sistema cardiovascular de aterosclerose (ou endurecimento das artérias) e previne câncer de próstata.

2. Alfafa (Medicago sativa)
Contém grande quantidade de clorofila, betacaroteno, vitamina E e o aminoácido L-canavanina, que é antibacteriano, antiviral e antitumoral.

3. Algas (como clorela e spirulina)
4. Alho
5. Aloe vera (babosa)
6. Antioxidantes
Abuse dos alimentos antioxidantes, ricos em vitamina C, vitamina E e betacaroteno, como cenoura, beterraba e folhas em geral.

7. Arginina / L-arginina (aminoácido)
A arginina contribui significativamente para a função imunológica, aumentando os níveis de glóbulos brancos.

8. Artemisina
É uma substância extraída da artemísia (Artemisia annua), muito eficiente também contra a malária.

9. Avelós
Veja os benefícios dessa planta aqui no blog:
(
http://curapelanatureza.blogspot.com/2008/04/avels-mais-um-aliado-contra-o-cncer.html).

Observação: Para evitar que o avelós irrite os rins, deve-se tomar doses extras de vitamina C natural.

10. Auto-hemoterapia
11. Azeite de oliva
12. Betacaroteno
Esse carotenóide mata células de leucemia. Em alguns casos, compensa os benefícios da Vitamina E (e vice-versa).

13. Cenoura
A cenoura é útil por ser rica em carotenóides.

14. Chá verde
O chá verde é antioxidante.

15. Coenzima Q10
16. Cogumelo-do-sol
O agaricus contém polissacarídeos que podem destruir ou prevenir a proliferação das células cancerígenas.
17. Colonterapia
18. Confrei (Symphytum officinale)
19. Cura do girassol
20. Cura do limão
21. Cúrcuma
22. Deidroepiandrosterona (DHEA)
O DHEA serve como matéria-prima para a fabricação de todos os outros hormônios importantes secretados pela glândula supra-renal – inclusive o hormônio do estresse.

23. Dieta Budwig
A Dra. Budwig criou uma dieta que combina óleo de linhaça e queijo cottage. O tratamento, aliado a uma dieta rigorosa, curou milhares de pacientes com câncer.

Veja a dieta Budwig aqui no blog:
http://curapelanatureza.blogspot.com/2008/05/dieta-budwig-contra-o-cncer-e-outras.html

24. Equinácea
25. Extrato de semente de uva (Vitis vinifera)
Atua como antioxidante, protegendo as células contra os radicais livres. Veja matéria completa aqui no blog:
http://curapelanatureza.blogspot.com/2008/02/memria-e-corao.html

26. Graviola

27. Ipê-roxo

28. Limpeza do fígado e da vesícula
29. Melão-amargo (Momordica charantia)
Também conhecido como melão-de-são-caetano, estimula a liberação de insulina e bloqueia a formação de glucose no sangue, o que é útil no tratamento de diabete, psoríase, câncer, infecções, dor e complicações neurológicas, além de retardar o aparecimento de catarata e retinopatia e inibir o vírus da aids.

30. Óleo de orégano
31. Óleo extravirgem de coco
32. Ômega 3
33. Pau-pereira
Estudos mostram que essa erva impede a proliferação do HIV, herpes e câncer.

34. Pólen
O pólen contém um princípio anticancerígeno, por isso deve ser adicionado aos alimentos.

35. Própolis
A própolis contém todos os produtos químicos, semelhante a um medicamento utilizado para impedir o crescimento de células cancerígenas.

36. Raiz de bardana (Arctium lappa)
A bardana contém carboidratos, mucilagem, amidos e alguns açúcares.

Veja matéria aqui:
http://curapelanatureza.blogspot.com/2008/03/bardana-um-extraordinrio-presente-da.html

37. Raiz de chicória
A raiz de chicória contém um carboidrato anticâncer chamado inulina.

38. Selênio
39. Suco de beterraba
Previne mutações de células que comumente levam ao câncer. O suco pode ser misturado com outros vegetais ou suco de maçã.

40. Unha-de-gato
Quando administrada a pessoas com câncer, repara danos do DNA, além de melhorar o sistema imunológico.

41. Veneno de abelha
A apitoxina tem efeitos antiinflamatórios e antibacterianos.
 

Quais são as causas principais do cancer?

A pesquisa cientifica mostra que existem basicamente quatro causas principais do cancer. Sabendo isto irá aumentar as chances de uma pessoa sobreviver.
1) TOXINAS (bactérias, fungos, agentes patogénicos)
2) SISTEMA IMUNITÁRIO FRACO (por estresse, traumas emocionais, sobrecarregado ou exausto)
3) pH ÁCIDO DO ORGANISMO (alimentação errada e estresse)
4) DEPRAVAÇÃO DE OXIGENIO (falta de exercício, o corpo não está mais operando em níveis óptimos)

Imagine o cancer como uma mesa. Assim como uma mesa com quatro pernas iria desmoronar-se se as pernas foram cortadas, o cancer pode ser combatido se cada uma das quatro causas principais acima forem corrigidas utilizando um tratamento totalmente natural. E a taxa de sobrevivência também seria bem maior.
Quando um produto químico é utilizado as quatro causas principais não são sistematicamente eliminadas, e por isso, existe um perigo real de que o cancer possa regressar dentro de um período de 5 anos reduzindo a taxa de sobrevivência. Na verdade todos nós temos algumas células cancerosas dentro de nós. No entanto, só uma percentagem muito pequena de células em todas as pessoas começam a crescer e causar problemas, porque o corpo é geralmente capaz de livrar-se de tais células cancerígenas antes delas fazerem mal.
Este processo está em curso há milhares de anos. É só quando as células cancerígenas são criadas em maior numero do que o corpo pode livrar-se delas que o problema acontece. Assim, o segredo é alterar o seu ambiente interno de tal modo que o cancer não possa prosperar, mas você pode sobreviver!

Tipos de Cancer


Cancer do Anus ou Anal Cancer do Intestino Delgado Cancer de Tiróide
Cancer de Apêndice Cancer de Mama Cancer da Vagina
Cancer de Bexiga Cancer nos Olhos Cancer de Vesícula
Cancer de Boca ou Oral Cancer de Osso Cancer da Vulva
Cancer do Cervix ou Cervical Cancer de Ovário Cancer de Uretra
Cancer de Cólon Cancer do Pâncreas Leucemia
Cancer da Cabeça Cancer da Paratireóide Linfoma Cutâneo
Cancer no Cérebro Cancer de Pele Melanoma Linfoma de Hodgkin
Cancer de Colon Cancer de Pênis Mesotelioma
Cancer do Ducto Biliar Cancer de Pescoço Mieloma Multiplo
Cancer do Endométrio Cancer de Próstata Retinoblastoma
Cancer de Esôfago Cancer de Pulmão Tumor de Carcinóide
Cancer de Estômago Cancer do Reto ou Retal Tumor no Cérebro
Cancer de Fígado Cancer de Rim ou Renal Tumor Pituitário
Cancer de Garganta Cancer do Testículo

Leucemia

O que é a leucemia?

A leucemia (do grego leukos "branco"; aima "sangue") é uma neoplasia maligna (cancer) que atinge o sangue mas que tem origem na medula óssea tendo causas desconhecidas mas que envolvem alterações gênicas como translocações e deleções. Ela tem como principal característica uma proliferação anormal de células da medula óssea, que originariam as células sanguíneas, e, a depender da linhagem dessas células terá-se o tipo de leucemia (mielóide ou linfóide).
Existem diversos tipos de leucemias, são todas malignas cada uma com características como prognóstico e tratamento diferentes, sendo, desta forma, o termo leucemia uma designação muito ampla. Os principais tipos de leucemia são:
leucemia linfóide aguda: o tipo de leucemia mais frequente na criança
leucemia mielóide aguda: mais comum no adulto
leucemia linfóide crônica: mais comum em idosos
leucemia mielóide crônica: mais comum em idosos

A leucemia tem cura!
Aprenda o protocolo curativo de mais de 60 anos de sucesso para a leucemia no Guia Prático da Cura Natural do Cancer.
Aprenda também sobre os perigos da quimioterapia e sobre as mentiras das indústrias farmacêuticas com o nosso slideshow educativo.
Quais são os sintomas da leucemia?
As manifestações clínicas da leucemia são secundárias à proliferação excessiva de células imaturas (blásticas) na medula óssea, que infiltram os tecidos do organismo, tais como: amígdalas, linfonodos (ínguas), pele, baço, rins, sistema nervoso central (SNC) e outros. A proliferação rápida das células leucêmicas faz com que estas vão ocupando cada vez mais a medula óssea, não deixando mais as células normais (hemácias, leucócitos e plaquetas) se reproduzirem normalmente e saírem da medula óssea, causando os sintomas.
Síndrome anêmica: aparecem pela redução da produção dos eritrócitos pela medula óssea.
  • Sonolência
  • Cansaço
  • Irritabilidade e fraqueza
  • Pouca fome, conseqüentemente, emagrecimento
  • Palpitações
  • Dores de cabeça
  • Tonturas
  • Desmaios
  • Em casos mais graves, palidez
Síndrome trompocitôpenica (hemorragias): aparecem pela redução de plaquetas que são de grande importância para a coagulação do sangue, pois evitam os sangramentos.
  • Hematomas (manchas roxas) grandes que aparecem sem trauma algum
  • Hematomas (manchas roxas) que aparecem e reaparecem, sucessivamente, após pequeno trauma
  • Petéquias (pequenas pintinhas vermelhas de sangue que aparecem na pele)
  • Petéquias dentro da boca
  • Epistaxe
  • Sangramento gengival
  • Menstruação excessiva
  • Algumas vezes, sangue nas fezes
Síndrome leucopênica (mais neutropênica): aparecem pela diminuição de leucócitos normais, principalmente os neutrófilos, que atuam na defesa do organismo contra infecções.
  • Infecções freqüentes
  • Língua dolorida, machucada
  • Aftas, machucados frequentes que aparecem e reaparecem dentro da boca ou no lábio
  • Febre
  • Algumas vezes, suor excessivo durante a noite e gânglios linfáticos saltados
  • Esplenomegalia e/ou Hepatomegalia (sensação de barriga cheia, lotada)
Ocasionalmente, também pode ocorrer:
Infiltração das células leucêmias nos órgãos, tecidos e ossos causando:
  • Dor nos ossos
  • Dor no esterno
  • Dor nas articulações
  • Problemas nos órgãos.
Esses sintomas geralmente aparecem em "tríade", ou seja, pelo menos, um sintoma de cada síndrome (anemia, plaquetopenia, leucopenia). Por exemplo, uma pessoa pode apresentar sonolência, manchas roxas e febre. Porém, existem casos raros em que a pessoa apresenta apenas uma anemia normocítica de difícil tratamento.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Links Nacionais e internacionais

 Associação Brasileira Instituições Filantrópicas Combate ao Câncer: www.abifcc.org.br
Associação Médica Brasileira: www.amb.org.br
Fundação Antônio Prudente/Hospital do Câncer A. C. Camargo: www.hcanc.org.br
Coselho Federal de Medicina: www.portalmedico.org.br
Instituto Nacional do Câncer: www.inca.gov.br
Ministério da Saúde: www.saude.gov.br
Sociedade Brasileira de Cabeça e Pescoço: www.sbccp.org.br
Sociedade Brasileira de Dermatologia: www.sbd.org.br
Sociedade Brasileira de Mastologia: www.sbmastologia.com.br
Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica: www.sobope.org.br
Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica: www.sbco.com.br
Sociedade Brasileira do Radiologia: www.sbrad.org.br
Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica: www.sboc.org.br
Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica: www.cirurgiaplastica.org.br
Portal do Voluntário: www.portaldovoluntario.org.br
Filantropia: www.filantropia.org
Federação de Santas Casas da Bahia: www.fesfba.org.br
Associação de Hospitais do Estado da Bahia: www.ahseb.com.br
Confederação das Santas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas: www.cmb.org.br
LINKS INTERNACIONAIS
American Cancer Society: www.cancer.org
American Society of Clinical Oncology: www.asco.org
National Cancer Institute: www.cancer.gov
UICC - International Union Against Cancer: www.uicc.org

Unidade de Oncologia Pediátrica

UNIDADE DE ONCOLOGIA PEDIÁTRICA DO HOSPITAL ARISTIDES MALTEZ 
O projeto de atenção à criança com câncer no Hospital Aristides Maltez - HAM, iniciado em 1954 e interrompido em julho de 1976 foi retomado em 2001 com a iniciativa da 1ª Dama Tércia Borges no Governo César Borges e reiniciado em 2003, com apoio da Bancada de Parlamentares da Bahia (Deputados Federais e Senadores) tendo como coordenador o Deputado José Alves Rocha com os convênios nºs 2643/2003 e 5412/2004 com o Ministério da Saúde, respectivamente nos valores de R$ 1.900.000,00 (hum milhão e novecentos mil reais) e R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais).
Doações complementares: Ana Thereza Ferreira (Cerâmicas Alusivas), Bel Borba (Painel entrada principal), Sergio  Rabinovitz (3 telas),  Little Dreams (apliques e pinturas lúdicas).
Amplo apoio decisivo: Anna Elena Mariani Bittencourt para montagem e início de funcionamento em 3 de novembro de 2008.
Projeto : Arquiteta Karine Volkert Alves com o apoio de Ronald Lago.
A construção de seis andares é composta da seguinte maneira:
Subsolo - raio x , mamografia e ultra-sonografia.
Térreo - brinquedoteca, fraldário, coleta de sangue, consultórios, recepção, sala de pequenos procedimentos cirúrgicos.    
1º Pavimento - sala de aplicação de ciclos quimioterápicos, consultórios de psicologia, odontologia, fisioterapia e lactário.
2º Pavimento - 8 (oito) apartamentos (leitos individuais de internação), brinquedoteca e sala de aula.
3º Pavimento - 10 (dez) apartamentos (leitos individuais de internação).
4º Pavimento - Departamento de Ensino e Pesquisa, Comitê de Ética e Pesquisa, Administração, Voluntariado, sala de reunião e contas médicas.
Inauguração: 17 de outubro de 2008 e início do funcionamento em 03/11/2008.
Equipe Técnica: Oncologistas Pediátricos, Cirurgiões Pediátricos, Intensivistas Pediátricos, Psicólogas, Fisioterapêutas, Dentistas, Enfermeiras, Assistentes Sociais, Nutricionistas, Farmacêuticas, Técnicos em Enfermagem, Brinquedistas e Pedagogas.
Suporte Social: 5 leitos duplos em Casa de Apoio – NACCI, sito à Rua do Alvo, 45, Saúde, Salvador/BA.
Posição atual: em atividade 18 (dezoito) leitos de internação sendo 2 (dois) leitos de semi-intensivos que fazem frente provisoriamente a falta da Unidade de Terapia Intensiva – UTI Infantil.
Movimento funcional Novembro 2008/Dezembro 2009:Nº de matriculas:.............................................276
Nº de consultas:..............................................3.032
Nº de ciclos quimioterápicos: ............................2.890
Cirurgias realizadas: .......................................226
Nº de internamentos: ......................................371
Nº de Mielograma: ..........................................78
Nº de punções: ...............................................78
SUS: ..............................................................100%
Coordenação técnica: Médica Oncologista Pediatra: Nilma Pimentel de Brito
Coordenadora Administrativa: Rosilane Campos Portugal
Bancos da Campanha:
Banco do Brasil: Ag 3025-2; Cc 126.578-4
Caixa Econômica Federal: Ag 1236; Cc 11.000-1; Operação 003

Histórico do Hospital Aristides Maltez

Levado pelo sofrimento da mulher baiana, portadora de câncer do colo uterino, que por falta de condições de hospitais da época, padeciam nas praças e nos passeios públicos, decidiu o Professor Aristides Maltez, titular da cátedra de Ginecologia da Faculdade de Medicina da Bahia desenvolver os máximos esforços junto a sociedade baiana para criar um Instituto de Câncer. Conseguiu o primeiro passo ao fundar, em manhã ensolarada de domingo, no Hospital Santa Izabel, da Santa Casa de Misericórdia da Bahia, com 52 abnegados companheiros, a Liga Bahiana Contra o Câncer, segunda entidade criada na luta contra o câncer no Brasil, ocasião em que proferiu a lapidar frase: "Esta é a lâmpada da caridade que jamais se apagará no coração dos meus seguidores".
Árduos foram os momentos que se seguiram para alcançar o objetivado, até que em 1939 foi chamado a realizar uma intervenção cirúrgica delicada no Interventor do Estado da Bahia, Landulpho Alves de Almeida. Como brilhante cirurgião que era o Prof. Maltez, tendo sido a cirurgia coroada de êxito e o cirurgião recusando-se a receber honorários pelo ato, eis que pressionado pelo interventor, lançou o desafio: "se alguma coisa queira V.Exª fazer por mim, faça pelos cancerosos carentes e ajude-nos a completar o recurso que possui a Liga Bahiana Contra o Câncer, para a construção do Instituo de Câncer da Bahia".
E assim, determinou o interventor Landulpho Alves a emissão de bônus do Tesouro Estadual no valor de $103,50 contos de reis que vieram a se juntar aos $196,50 contos de reis obtidos em campanhas através de quermesse, chás e outras atividades sociais da época.
Conseguindo os recursos, foi adquirida a Chácara Boa Sorte, no bairro de Brotas, onde em 20 de outubro de 1940 foi lançada a pedra fundamental do Instituto de Câncer da Bahia, ocasião em que o Prof. Aristides Maltez enfatizando seu compromisso para com os carentes, os desvalidos em seu discurso destacou: "A semente do carvalho está lançada. A sua sombra não será, porém, mais para mim, servirá, sim, para dar abrigo aos cancerosos pobres da Bahia".
Iniciada a construção, veio o Prof. Maltez a falecer em janeiro de 1943, quando então decidiram seus companheiros dar ao Instituto de Câncer da Bahia o nome de Hospital Aristides Maltez, que foi inaugurada em 2 de fevereiro de 1952, sendo o primeiro hospital de câncer, construído na especialidade no país e que atua até os dias presentes, sem jamais ter deixado de funcionar um único dia sequer, voltado, fundamentalmente, para as pessoas carentes, excluídas, portadoras de câncer, o qual foi concluído em 1984, pelo apoio decisivo do governador Antonio Carlos Magalhães.
O Hospital Aristides Maltez, que começou a funcionar com 15 leitos, possui hoje 218 leitos, sendo 10 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), humanizada e 18 de oncologia pediátrica, um movimento diário em seus ambulatórios de 3.000 pacientes, tem como clientela 100% de pacientes SUS, atende anualmente uma média de pacientes egressos de 406 municípios do Estado da Bahia, além de pacientes de Estados vizinhos com Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Pará, Maranhão, Vitória e Minas Gerais, realiza uma média de 1.700.000 procedimentos
Desde a data de sua inauguração e durante o correr dos anos, foram grandes as dificuldades, as lutas, os obstáculos encontrados, sendo todos vencidos, passo a passo, graças ao empenho de seus dirigentes, a exemplo de Carlos Maltez e Aristides Maltez Filho, liderando seguidores do ideal do Prof. Aristides Maltez.
O Hospital Aristides Maltez atinge, na atualidade, uma posição de inquestionável destaque no cenário nacional da luta contra o câncer, tornando-se um centro de excelência, rigorosamente dentro do preceituado pelo seu fundador, Prof. Aristides Maltez, de atenção às pessoas carentes, sem jamais ter deixado de funcionar um único dia sequer.
Representa o Hospital Aristides Maltez um símbolo de amor ao próximo, um símbolo da filantropia no cenário nacional, graças ao elevado conceito da comunidade.
Como toda entidade que atua cristalinamente no cumprimento de seu papel social, é o seu hospital deficitário, financeiramente, mais superavitário na missão social.

Prof. Aristides Pereira Maltez 1882 - 1943

Filho de Francelino Pereira Maltez e de Amélia Guimarães Maltez, nasceu na cidade de Cachoeira, no estado da Bahia, em 31 de agosto de 1882, onde iniciou seus estudos em 1890, concluindo-os em Nazaré das Farinhas, também cidade do recôncavo baiano.
Bacharelou-se em Ciências e Letras, em 1902, no antigo Ginásio da Bahia. Foi aluno laureado e distinguiu-se, durante sua vida de magistério, como professor de preparatórios, ensinando grego, latim, inglês, francês, português e ciências físicas e naturais.
Em 1903, ingressou na Faculdade de Medicina do Terreiro de Jesus e, concomitantemente, convidado pelo Governo do Estado da Bahia, lecionou grego, latim e português, no Ginásio da Bahia, até 1937, tendo ensinado a diversas gerações. Fez um curso brilhante, na Faculdade de Medicina da Bahia, formando-se em 1908, tendo sido o orador oficial da turma. Era considerado orador primoroso, ora comovente, ora empolgante, lírico e, quando necessário, buliçoso das massas. Após sua formatura, viajou, em 1911, para os Estados Unidos da América do Norte, onde se especializou em Ginecologia e Obstetrícia.
Em 1932, após invulgar trajetória e brilhante concurso, assumiu a cátedra de Ginecologia na Faculdade de Medicina da Bahia. Teve cinco filhos Luiz Malltez, Guilherme Maltez, Carlos Maltez, Aristides Maltez Filho e Jorge Maltez.
Hábil e primoroso cirurgião, dos maiores de sua geração, tendo, inclusive, idealizado técnicas cirúrgicas.

A maior realização de sua vida, como pioneiro na luta contra o câncer, no Brasil, foi a idealização, no final da década de 20, da construção de um Instituto de Câncer para a Bahia, visando, especialmente, atender às mulheres portadoras de câncer do colo do útero que, por falta de acomodações adequadas, viviam à mingua nas portas dos hospitais.
Conseguiu a consumação de seu ideal com a fundação da Liga Bahiana Contra o Câncer, em memorável sessão, em uma ensolarada manhã de domingo ― dia 13 de dezembro de 1936 ― juntamente com 52 abnegados companheiros, com maior destaque para o Prof. Ruy de Lima Maltez.

Esteve sempre voltado para a atenção à população carente, bem expressado na frase que, até hoje, marca todos os limites de sua instituição, ao proferir oração, no ato da instalação: “Esta é a lâmpada da caridade que jamais se apagará no coração dos meus seguidores”.
Contando com o apoio do Governador do Estado da Bahia, na pessoa do interventor Landulpho Alves de Almeida, e da sociedade baiana, conseguiu adquirir a Chácara Boa Sorte, em Brotas, por trezentos contos de réis. Ainda nos idos de 1940, começou a ser erigido o Instituto de Câncer da Bahia.

Mais uma vez demonstrando sua elevada sensibilidade para com o social, na ocasião do lançamento da pedra fundamental, proferiu a frase: “A semente de carvalho está lançada. A sua sombra não será, porém, mais para mim; servirá, sim, para dar abrigo aos cancerosos pobres da Bahia”.

Nos idos de 1943, sem que estivesse a obra concluída, veio a falecer o eminente professor, no dia 5 de janeiro. Seus pares, em memória ao idealizador, ao realizador da obra, decidiram denominar o Instituto de Câncer da Bahia de Hospital Aristides Maltez, que começou a funcionar em fevereiro de 1952 e somente foi concluído, em 1984, graças ao arrojo e à elevada sensibilidade do, à época, Governador do Estado da Bahia, Antonio Carlos Magalhães.

CÂNCER DE PULMÃO



CÂNCER DE PULMÃO
Sinônimos:
Carcinoma brônquico, neoplasia pulmonar maligna, tumor maligno do pulmão.
O que é?
O câncer de pulmão é o mais comum dos tumores malignos, apresentando um aumento por ano de 2% na sua incidência mundial. A mortalidade por esse tumor é muito elevada e o prognóstico dessa doença está relacionado à fase em que é diagnosticada.
Como se desenvolve?
O tabagismo é o principal fator de risco para o desenvolvimento do câncer de pulmão. Ele é responsável por 90% dos casos desse tumor. Mais homens que mulheres desenvolvem o câncer de pulmão, mas o número de casos em mulheres está aumentando, enquanto que o número de casos em homens está caindo. O risco de morte por câncer de pulmão é 22 vezes maior entre os fumantes do que entre os não fumantes.
Essa neoplasia pulmonar pode também ser causada por químicos - arsênico, asbesto, berílio, radônio, níquel, cromo, cádmio e cloreto de vinila, principalmente encontrados no ambiente ocupacional. Outros fatores relacionados a este tumor são os dietéticos (baixo consumo de frutas e verduras), genéticos, a doença pulmonar obstrutiva crônica (enfisema pulmonar e bronquite crônica) e a história familiar de câncer de pulmão. Às vezes, essa doença se desenvolve em indivíduos que nunca fumaram e a causa é desconhecida.
Tipos de câncer de pulmão
Existem, basicamente, dois tipos de câncer de pulmão, dependendo de como as células aparecem ao exame no microscópio:
 
não pequenas células e
pequenas células.
Os cânceres de não pequenas células representam 80% de todos os casos. Esses incluem o adenocarcinoma, o carcinoma de células escamosas (epidermóide) e o carcinoma de grandes células. Os não pequenas células geralmente se disseminam lentamente para outros órgãos no corpo e pode ser difícil detectá-los em estágios precoces.
Já os cânceres de pequenas células são responsáveis por 20% dos casos de câncer de pulmão. Eles se disseminam muito rapidamente nos pulmões e para outros órgãos.
O que se sente?
Existem muitos sintomas de câncer de pulmão. Entretanto, algumas vezes, os sintomas poderão se tornar óbvios apenas quando a doença estiver bem avançada.
Os sinais e sintomas de câncer de pulmão podem incluir: br> 
tosse persistente ou mudança na tosse usual do fumante,
encurtamento da respiração,
escarro com sangue,
rouquidão,
dor torácica persistente ou aguda quando o indivíduo respira profundamente,
pneumonias de repetição,
sibilância.
Às vezes, as pessoas afetadas podem sentir mal-estar ou cansaço. Poderá haver também perda de peso ou apetite. Os sintomas podem ser devido à doença no pulmão, sua disseminação para os gânglios no tórax ou para outros órgãos como o cérebro, fígado, glândulas adrenais (uma de cada lado, logo acima de cada rim) ou ossos.
Como o médico faz o diagnóstico?
O surgimento de algum sintoma ou sinal de doença respiratória poderá levar o paciente a procurar um médico clínico-geral ou especialista. Esse poderá dar início a uma investigação que, usualmente, inclui uma radiografia do tórax. Através dessa, o médico poderá detectar uma lesão suspeita. Uma tomografia computadorizada ou ressonância magnética do tórax poderá detalhar mais essa lesão.
Nesse momento, o exame cito-patológico do escarro poderá ser solicitado, visto que é um exame simples que poderá confirmar a presença do câncer de pulmão. Contudo, a ausência de células malignas no escarro certamente não exclui a doença. O exame é normalmente coletado pela manhã, fazendo com que o paciente expectore num frasco de boca larga. O material é logo enviado para exame microscópico no laboratório
Existem outros procedimentos que têm o objetivo de fazer o diagnóstico da doença ou esclarecer a extensão dessa. Dentre eles estão: br> 
a fibrobroncoscopia,
a punção pulmonar com agulha,
a toracocentese e
a toracotomia.
A fibrobroncoscopia é um exame em que um aparelho flexível dotado de fibras ópticas e canal de instrumentação, por onde passam pinças e escovas, é introduzido pela boca ou pela narina, chegando até o pulmão. Dentro do pulmão, é realizada uma lavagem da área da lesão (lavado brônquico) e uma pequena escova é esfregada na lesão ou próxima dessa. São feitas lâminas com o esfregaço desse material da escova. Através de pinças, são obtidos pequenos pedaços da lesão. Todo esse material obtido (lavado, escovado e biópsia brônquica) é enviado para exame no laboratório de patologia. O rendimento da fibrobroncoscopia é maior nos casos de tumores centrais - que ficam mais ao alcance do aparelho.
Outra opção para obter substrato para o diagnóstico da doença é a punção pulmonar com agulha através da parede torácica. O médico, com o auxílio de exames de imagem para guiar a punção, aspira com uma seringa conectada a uma agulha, material da lesão tumoral ou retira um pedaço de tecido da lesão através de uma agulha de corte. Esse método diagnóstico é utilizado só nos casos em que o tumor tem uma localização bem periférica. Ou seja, quando a lesão está bem próxima da parede do tórax.
A toracocentese é a retirada do líquido que fica na cavidade pleural (entre o pulmão e a parede torácica). Aspira-se esse líquido com uma seringa conectada numa agulha após uma anestesia (geralmente local). É uma alternativa para o diagnóstico, pois alguns tumores do pulmão podem se apresentar dessa forma. O líquido é enviado para o exame laboratorial.
Freqüentemente há casos cujo diagnóstico vem através da retirada cirúrgica de gânglios comprometidos pela doença - sejam eles no tórax, pescoço ou outras localizações menos habituais.
A mediastinoscopia é um procedimento cirúrgico que aborda o mediastino (região situada entre os dois pulmões) e que freqüentemente é sede para a progressão da doença. Os tumores de pulmão, na maioria das vezes, se disseminam para os gânglios linfáticos do mediastino e, depois, para outros órgãos como ossos, fígado, cérebro e glândulas adrenais. Portanto, a mediastinoscopia pode, além de confirmar o carcinoma brônquico com seu tipo histológico (tipo de tecido), auxiliar no estadiamento da doença - mostrando se já é uma doença avançada ou não. Ajuda a definir o prognóstico do paciente.
Em alguns casos, a abertura cirúrgica do tórax (toracotomia) é necessária para a confirmação do câncer de pulmão. São casos em que o paciente tem que ficar hospitalizado.
Como se trata?
Os tumores malignos do pulmão podem ser tratados com cirurgia, quimioterapia ou radioterapia. Ou, então, essas modalidades terapêuticas podem ser combinadas.
A radioterapia é freqüentemente utilizada em conjunto com a cirurgia. Há vários casos em que, ao invés de se fazer a cirurgia, a radioterapia é combinada com a quimioterapia.
A quimioterapia - tratamento com medicações que combatem os tumores - também é utilizada em conjunto com a cirurgia, seja para tornar os tumores menores, facilitando a cirurgia, seja para ajudar a destruir as células cancerosas no local do tumor.
Uma outra alternativa é a terapia fotodinâmica, em que medicações são injetadas no corpo e, posteriormente, são ativadas com o uso do laser.
O médico decidirá o tratamento de acordo com o tipo celular do tumor, seu estágio e com as condições do paciente.
Como se previne?
A única maneira eficaz de prevenir é a cessação do fumo.
Uma pessoa que nunca fumou poderá, em algum momento da vida, desenvolver um tumor maligno do pulmão. Contudo, esta situação é bem menos freqüente.
Perguntas que você pode fazer ao seu médico
Qual a prevalência de câncer de pulmão em pessoas que nunca fumaram?
O tabagismo passivo pode aumentar a chance de se desenvolver a doença?
Dentre os tumores não-pequenas células qual o mais freqüente?
O que é uma metástase?
O câncer de pulmão pode ser confundido com uma pneumonia na radiografia do tórax?
Por que motivo o câncer de pulmão pode levar à rouquidão?
A presença de derrame na pleura associado ao câncer de pulmão implica num pior prognóstico?

ANÁLISE DAS PRINCIPAIS TOPOGRAFIAS - MAMA

ANÁLISE DAS PRINCIPAIS TOPOGRAFIAS - MAMA
       O câncer de mama é mundialmente a causa mais comum de neoplasia maligna entre as mulheres. A incidência e a mortalidade por este tipo de câncer vem crescendo, principalmente em paises desenvolvidos, em parte devido a mudanças na distribuição por faixa etária nestas populações e, por outro lado, devido a um aumento real no risco de contrair a doença.
       Em geral a idade média de uma mulher com diagnóstico de câncer de mama é em torno de 60 anos, mas pode-se observar uma variação considerável em diferentes regiões. Dentre os casos diagnosticados, aproximadamente 50% sobrevivem por 5 anos com o tratamento apropriado, sendo que nas últimas décadas, tem sido observada em muitos paises uma melhoria considerável nesta sobrevida em 5 anos.
       Um fator determinante de prognóstico bastante importante é o estágio da doença ao diagnóstico e melhoras na razão de sobrevida são freqüentemente devidas ao diagnóstico em estágios iniciais, possibilitando maior eficácia ao tratamento realizado.
       Os fatores mais importantes para que se observem mudanças no estadiamento do câncer de mama numa população estão ligados ao conhecimento adequado da doença através de campanhas de informação e, embora controverso, o efeito através de programas de rastreamento.
       A análise dos dados disponíveis, tanto os de mortalidade, quanto aqueles referentes ao Registro Hospitalar de Câncer, evidenciam a importância do câncer de mama no Estado de São Paulo, especialmente no sexo feminino.
       Os dados de óbito referentes ao nosso Estado, no biênio 1.999-2.000, mostram que a mortalidade pelo câncer de mama atinge quase que exclusivamente as mulheres, responsáveis por 99,3% dos óbitos. Devido a este fato, os dados apresentados a seguir enfocarão apenas o sexo feminino.
       No período em questão foi de 17,1% a mortalidade proporcional por câncer de mama entre as mulheres, enquanto que as taxas, bruta e padronizada, de mortalidade, foram respectivamente de 14,4 e 12,4 por 100.000 mulheres.
       A distribuição destes óbitos segundo faixa etária pode ser vista no gráfico abaixo, onde observamos que a partir da faixa etária de 30 a 39 anos o câncer de mama mostra a sua importância enquanto causa de morte entre as mulheres.
Distribuição dos óbitos por neoplasias malignas de mama no sexo feminino segundo faixa etária. Estado de São Paulo, 1.999 - 2.000.
Fonte: FOSP/F.SEADE
       Durante os anos de 2.000 e 2.001, foram registrados 6.766 casos novos de câncer de mama na base de dados estadual do RHC, dos quais 6.681 referentes ao sexo feminino, que serão objeto de análise a seguir.
       A análise destes 6.681 casos mostra que 93,9% dos registros eram referentes a mulheres residentes em nosso Estado, e que 69,3% das pacientes chegaram aos hospitais sem diagnóstico e tratamento, contra 30,7% que já chegaram com seu tumor diagnosticado, à espera de tratamento.
       A análise da variável idade da paciente mostra valores de 56, 49 e 55 anos, respectivamente para a média, moda e mediana.
       O gráfico apresentado a seguir distribui os casos novos de câncer de mama segundo faixa etária. À semelhança do observado na análise da mortalidade por câncer de mama nas mulheres, também aqui o grupo etário de 30 a 39 surge como a faixa inicial de importância para a ocorrência da doença.
Distribuição das neoplasias malignas de mama feminina segundo faixa etária. Registro Hospitalar de Câncer do Estado de São Paulo,
2.000 - 2.001.
Fonte: FOSP
       O estadiamento clínico dos tumores é outra variável importante a ser considerada, sendo que a informação sobre estadiamento não foi registrada em apenas 3,3% dos casos. O gráfico seguinte distribui os tumores efetivamente estadiados segundo a Classificação TNM.
Distribuição das neoplasias malignas de mama feminina segundo estadiamento clínico. Registro Hospitalar de Câncer do Estado de São Paulo,
2.000 - 2.001.
Fonte: FOSP
       Podemos observar que 60% dos tumores estão classificados em estádios O, I e II, contra 40% classificados em estádios III e IV.
       Do total de registros, houve confirmação microscópica dos tumores em 97,8% dos casos, sendo que o carcinoma infiltrativo de ductos foi a morfologia mais freqüente, responsável por 74,5% dos casos.
       A informação sobre o tratamento dos tumores não foi registrada em apenas 15 casos, ou 0,2% do total, enquanto que 6% dos pacientes não receberam qualquer tipo de tratamento. Dos casos que receberam tratamento, as modalidades mais freqüentes foram, pela ordem: cirurgia, radioterapia e quimioterapia associadas (23,1%), cirurgia isoladamente (16%), cirurgia e quimioterapia (14,5%) e quimioterapia de forma isolada, em 10,2% dos casos.