Pesquisar neste blogue

Você é o mais perto que eu posso chegar do paraiso

Seja bem Vindo !

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

 
Ah Palavras que expresam sentimentos
Mas a imagens que valem mais do que mil palavras...

Livro: Bird with a Broken Wing

A história de Luanne Berllartes, que nasceu com parilisia cerebral.
Luanne só tinha controle completo de um dos dedos do pé, em um pé. Criada por pais muito religiosos, aprendeu muito sobre a verdade, confiança, fé e amor. Tenho certeza de que a maioria de nós consideraria este tipo de limitação física uma derrota instransponível. Luanne, entretanto, aprendeu a digitar em um teclado de computador usando o dedão do pé. Escreveu desta maneira a história de sua vida, Bird with a Broken Wing (Pássaro de Asa Quebrada). O livro era seu testemunho do poder da fé e nele ela descrevia como transformar os probemas em triunfo e a tragédia em vitória
A história de Luanne é mais sobre princípios do que sobre relacionamentos amorosos. Foi isso que Luanne aprendeu enquanto permanecia deitada olhando para o teto, totalmente dependente de outras pessoas, e é exatamente nisso que nós, seres fisicamente capacitados, tropeçamos, nos atrapalhamos, e não conseguimos reconhecer a respeito dos relacionamentos. Ainda que Luanne nunca tenha vivido um relacionamento íntimo e amorosa com um homem, ela realizou com um dedo de um pé o que passamos a maior parte da vida tentando fazer. Ela descobriu o amor. Amor por ela mesma . Amor pelos outros. Entendeu qual a sensação que amor provoca e qual a sensação quando há ausência de amor. Descobriu como encontrar o amor, alimentá-lo e fazer com que dure dentro de você e na sua vida. Com trinta e seis anos, Luanne morreu de câncer. Nesse meio-tempo, no curso de sua vida, viveu para o amor com dignidade enorme. Encontrar o amor e manter nossa dignidade é algo que frequentemente lutamos para conseguir em nossos relacionamentos.
Esse pequeno trecho, é uma história verídica, eu estava lendo Enquanto o amor não vem (Yanla Vanzante), quando me deparei com essa história, que por sinal, não deixa de ser uma lição de vida, achei interessante e resolvi publicar pra vocês, para que possam sentir a mesma emoção que eu senti, com uma historia tão linda! Afinal, sentir amor é fundamental. Não é amor do outro que nos alimenta, mas o nosso

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Ser Feliz

 
SER FELIZ

Ser feliz não é ter
um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes,
trabalhos sem fadigas,
relacionamentos sem decepções.

Ser feliz é
encontrar força no perdão,
esperança nas batalhas,
segurança no palco do medo,
amor nos desencontros.

Ser feliz não é apenas
comemorar o sucesso,
mas aprender lições
nos fracassos.

Ser feliz não é apenas
ter júbilo nos aplausos
mas encontrar alegria
no anonimato.

Ser feliz é reconhecer
que vale a pena viver a vida,
apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz não é
uma fatalidade do destino,
mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si
e ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz, é não ter medo
dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.

É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, curtir os pais!
É ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

Ser feliz é deixar viver
a criança livre, alegre e simples
que mora dentro de cada um de nós.

É ter maturidade para falar:
“Eu errei”.
É ter ousadia para dizer:
“Me perdoe!”
É ter sensibilidade para expressar:
“Eu preciso de você”.
É ter capacidade de dizer “Eu te amo”.E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo.

Pois assim você será cada vez
mais apaixonado pela vida.
E descobrirá que...

Ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para esculpir a serenidade. Usar a dor para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência