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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

ANÁLISE DAS PRINCIPAIS TOPOGRAFIAS - PELE


ANÁLISE DAS PRINCIPAIS TOPOGRAFIAS - PELE
       O câncer de pele constitui-se no tipo de câncer mais freqüente, mas quando detectado precocemente, é o que apresenta maiores índices de cura. Estima-se que corresponde a cerca de 25% dos tumores malignos registrados no Brasil, ressaltando-se, porém, que há um considerável sub-registro de casos, principalmente para os tumores não melanoma.
       É um tipo de câncer comum na faixa etária acima de 40 anos, sendo relativamente raro em crianças e negros. Três formas de câncer de pele são as mais freqüentes: carcinoma basocelular, que representa cerca de 70% dos casos, carcinoma epidermóide ou espinocelular, representando 25% e melanoma, a forma mais grave, encontrada em cerca de 4% dos diagnósticos.
       Apesar da sua alta incidência, os tumores de pele têm pouca repercussão na mortalidade por câncer. Analisando-se o biênio 1.999-2.000, observamos que os tumores de pele não melanoma foram responsáveis por apenas 0,6% dos óbitos por câncer no Estado de São Paulo, enquanto os casos de melanoma responderam por 1% dos óbitos.
       Quando analisamos a distribuição dos óbitos segundo sexo, observamos predominância do sexo masculino, tanto nos óbitos por melanoma - 54,5% do total, quanto pelos tumores de pele não melanoma, que responderam por 59,9% do total.
       A mortalidade pelos tumores de pele atingiu preferentemente as pessoas mais idosas, pois os maiores de 60 anos representaram 75% dos óbitos por tumores não melanoma, e 53% dos casos de melanoma.
       Apesar da predominância dos grupos etários mais idosos em ambos os tipos de tumores de pele, os casos de óbito por melanoma atingem faixas mais jovens, quando comparados com os tumores não melanoma. De fato, a faixa etária de 30 a 39 anos foi responsável por 12,1% dos óbitos por melanoma.
       As taxas específicas de mortalidade (bruta e padronizada) por melanoma, para 100.000 habitantes, no biênio em questão, foram de 1,1 em ambos os casos para o sexo masculino, e de 0,9 e 0,7 para o sexo feminino.
       Quando a análise recai sobre os dados do Registro Hospitalar de Câncer, observamos que na base estadual de dados do RHC, referentes aos anos de 2.000 e 2.001, foram registrados 9.620 casos novos de câncer de pele, o que representa 18,9% do total dos casos do período, havendo discreta predominância do sexo feminino, com 50,6% dos casos, contra 49,4% referentes aos homens.
       Houve confirmação microscópica dos tumores em 98,4% dos casos, e os pacientes chegaram aos hospitais sem diagnóstico e tratamento em 90,8% dos registros, contra 9,2% que já chegaram diagnosticados, porém sem tratamento.
       Devido ao fato de apresentarem aspectos clínicos e epidemiológicos bastante diferentes entre si, os tumores de pele foram agrupados em 4 categorias distintas, de modo a respeitar estas diferenças. Os grupos definidos são: Carcinoma basocelular (CBC), Carcinoma espinocelular (CEC), Melanoma e Outros, representando este grupo o restante das morfologias dos tumores de pele.
       A distribuição dos casos segundo os grupos definidos pode ser vista no gráfico abaixo, onde se observa grande predomínio dos CBC, responsáveis por quase dois terços dos tumores.
Distribuição das neoplasias malignas de pele segundo agrupamento. Registro Hospitalar de Câncer do Estado de São Paulo, 2.000 - 2.001.
Fonte: FOSP
       A análise da variável idade mostra, conforme o esperado, maior freqüência dos casos nos grupos etários mais idosos, fato que se observa em todos os agrupamentos definidos. A tabela a seguir apresenta os dados de média, moda e mediana de idade segundo agrupamento.
Média, moda e mediana de idade para os tumores de pele segundo agrupamento. Registro Hospitalar de Câncer do Estado de São Paulo, 2.000 - 2.001.


Média Moda Mediana
 CBC 66 72 67
 CEC 69 78 71
 Melanoma 58 48 59
 Outros 61 68 66

Fonte: FOSP
       O tratamento dos tumores de pele foi predominantemente cirúrgico em 81,5% dos casos, seguindo-se a radioterapia com 7,3%.
       Analisando alguns dados específicos referentes aos casos de melanoma, que no período somaram 621 registros, nota-se predominância dos casos no sexo feminino, com 345 registros (55,6%), contra 276 no sexo masculino (44,4%). As topografias mais acometidas para estes tumores podem ser observadas no gráfico abaixo.
Distribuição dos casos de melanoma segundo topografias. Registro Hospitalar de Câncer do Estado de São Paulo, 2.000 - 2.001.
Fonte: FOSP
       Quando a variável topografia é analisada em relação ao sexo, observamos que nos homens, existe predomínio dos tumores no tronco, enquanto que nas mulheres, a lesão se dá preferentemente em quadril/MMII, o que segue o padrão descrito internacionalmente.
       Outra variável importante a ser analisada é o estadiamento clínico dos tumores. Esta informação não foi registrada em 18% dos casos, e a distribuição dos estadiamentos efetivamente informados pode ser vista no gráfico abaixo.
Distribuição dos casos de melanoma segundo estadiamento clínico. Registro Hospitalar de Câncer do Estado de São Paulo, 2.000 - 2.001.
Fonte: FOSP
       Conforme pode ser observado, os casos em estádios precoces (O, I e II) somam 56% dos registros, contra 44% dos casos estadiados como III e IV.
       A análise sobre o tipo de tratamento realizado nos pacientes portadores de melanoma mostra que esta informação não foi registrada em apenas 0,6% dos casos. Dentre os casos efetivamente tratados, as modalidades mais freqüentes foram: cirurgia isoladamente (74,7%), cirurgia associada com quimioterapia (6%) e quimioterapia como modalidade única, respondendo por 3,6% dos registros.

ANÁLISE DAS PRINCIPAIS TOPOGRAFIAS - BRÔNQUIOS/PULMÃO

ANÁLISE DAS PRINCIPAIS TOPOGRAFIAS - BRÔNQUIOS/PULMÃO
       Os tumores de brônquios e pulmão estão agrupados e recebem o código de topografia C34 da CID-O, sendo doravante denominados genericamente como câncer de pulmão.
       O câncer de pulmão constitui-se num problema internacional de saúde, principalmente por sua morbi-mortalidade, que vem crescendo nas ultimas décadas. No inicio do século XX era uma doença rara, mas atualmente é a principal causa de morte em muitos países. Nos Estados Unidos, por exemplo, 28% das mortes por neoplasia maligna são causadas por câncer de pulmão, e no Brasil é a primeira causa de morte por câncer entre os homens e a segunda entre as mulheres.
       O diagnóstico do tumor em estágio inicial é crucial para garantir maior sucesso no tratamento, mas isto é difícil, uma vez que, na maioria dos casos, o aparecimento de sintomas significa que a doença está avançada.
       A faixa etária de maior incidência é a de 55 a 65 anos e, independentemente do tipo, o tabagismo é o principal fator de risco do câncer pulmonar, sendo responsável por 90% dos tumores. Também estão relacionados certos agentes químicos (arsênico, asbesto, berílio, cromo, dentre outros), fatores dietéticos (baixo consumo de frutas e verduras), doença pulmonar obstrutiva crônica, fatores genéticos e história familiar de câncer de pulmão.
       Estatísticas gerais mostram que a taxa de sobrevida em 5 anos para os casos localizados de câncer de pulmão é de aproximadamente 50%, mas que apenas cerca de 15% dos casos são diagnosticados em estágios iniciais. Alguns estudos indicam que quando diagnosticado num estádio inicial e é possível o tratamento cirúrgico, a taxa de sobrevida em 5 anos pode chegar a 85%, sendo que esta sobrevida cai drasticamente se atingidos outros órgãos: 20% nos casos de comprometimento regional e 2,2% quando há metástases à distância.
       No Estado de São Paulo, no biênio 1.999 - 2.000, a mortalidade proporcional por câncer de pulmão foi de 15,2 para o sexo masculino e de 7,8 para o feminino. A distribuição dos óbitos segundo sexo mostrou clara predominância do sexo masculino, que foi responsável por 70,5% do total dos óbitos, contra 29,5% referentes às mulheres.
       Também para o período em questão, as taxas de mortalidade bruta e padronizada foram, respectivamente, de 16,3 e 16,6 para 100.000 homens, e de 6,6 e 5,6 para 100.000 mulheres.
       Os óbitos predominaram nos pacientes mais idosos, pois a faixa etária acima de 60 anos foi responsável por 74,2% dos óbitos no sexo masculino, e por 68,6% no sexo feminino.
       Os casos novos de câncer de pulmão, armazenados na base estadual do RHC de São Paulo, somaram 2.981 registros em 2.000 e 2.001, tendo havido nítida predominância do sexo masculino, que foi responsável por 71,9% dos casos. Representaram 5,9% do total de casos novos de câncer registrados, sendo 8,6% no sexo masculino e 3,2% no feminino.
       Do total de casos, 93,8% são de pacientes residentes em nosso Estado, e 66,6% deles chegaram aos hospitais sem diagnóstico e tratamento, enquanto que 33,4% chegaram já com diagnóstico, porém sem tratamento.
       A análise da variável idade mostra predomínio dos casos nos pacientes mais idosos. Os valores de média, moda e mediana foram de, respectivamente, 64, 68 e 65 anos para os homens, e de 61, 65 e 62 anos para as mulheres. O gráfico apresentado mostra a distribuição dos casos segundo faixa etária e sexo.
Distribuição das neoplasias malignas de brônquios/pulmão segundo faixa etária e sexo. Registro Hospitalar de Câncer do Estado de São Paulo,
2.000 - 2.001.
Fonte: FOSP
       Houve confirmação microscópica dos tumores em 94,9% dos registros, com destaque para os adenocarcinomas, com 28,1% do total e os carcinomas de células escamosas, somando 28,7%.
       Não houve registro sobre o estadiamento clínico dos tumores em 7,8% dos casos. No gráfico abaixo, que apresenta a distribuição dos tumores por estadiamento, podemos observar que o diagnóstico deste tipo de câncer se faz já em fase bastante avançada da doença, pois os estádios III e IV somaram 88% dos registros.
Distribuição das neoplasias malignas de brônquios/pulmão segundo estadiamento clínico. Registro Hospitalar de Câncer do Estado de São Paulo, 2.000 - 2.001.
Fonte: FOSP
       O diagnóstico em fases avançadas da doença torna os casos inoperáveis. De fato, ao analisarmos o tipo de tratamento realizado, a cirurgia, feita de modo isolado ou em combinação com outras modalidades, foi realizada em 19,9% dos pacientes. A quimioterapia, feita isoladamente, foi o tratamento mais freqüente, representando 41,6% do total.
       Merece ser destacado que em 24,4% dos casos não foi instituído nenhum tipo de tratamento, e deste total, em 45,1% dos casos o motivo foi o óbito do paciente.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Neuplasia Maligna

Câncer, uma doença misteriosa

cancer_medicoO câncer é a multiplicação descontrolada de células defeituosas ou atípicas, que escapam do controle do sistema imunológico humano por algum motivo até hoje desconhecido. Estas células se dividem rapidamente e tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores, ou seja, acumulo de células cancerosas.

Uma célula normal pode sofrer alterações no DNA dos genes, assim dá-se a mutação genética. As células alteradas passam a receber instruções erradas para as suas atividades. Assim, as alterações podem ocorrer em genes especiais que a princípio são inativos em células normais.

Quando ativados, transformam-se em oncogenes, responsáveis pela malignação, ou seja, cancerização das células normais.

A formação do câncer em geral se dá de forma lenta, podendo levar vários anos para que uma célula cancerosa prolifere e dê origem a um tumor visível. Esse processo é composto por três estágios, ou seja:

-Estágio de iniciação, onde as células sofrem o efeito dos agentes cancerígenos que provocam modificações em alguns de seus genes;
-Estágio de promoção, nele as células geneticamente alteradas sofrem o efeito dos agentes cancerígenos, denominados como oncopromotores. A célula iniciada é transformada em célula maligna de forma lenta e gradual e;
-Estágio de progressão que se caracteriza pela multiplicação descontrolada e irreversível das células alteradas, neste estágio o câncer já se encontra instalado, evoluindo até o surgimento das primeiras manifestações clínicas da doença.


No Brasil, são mais de um milhão de novos casos desta temida doença por ano, sendo que inúmeros casos nem sequer são registrados.

Se somente a suspeita de câncer já provoca imensa ansiedade, o que dizer sobre a confirmação do diagnóstico que, infelizmente, muitas das vezes é transmitido por profissionais que não estão aptos para delicada tarefa, ou seja, informar o resultado do diagnóstico.
O diagnóstico do câncer tem o poder de mudar totalmente a vida do paciente. Algumas pessoas modificam completamente seus hábitos, passam a rever conceitos, valores, crenças, comportamentos e atitudes, promovendo assim, uma reviravolta em suas vidas.
Esta constatação é bastante sofrida, principalmente porque o paciente de câncer é estigmatizado e sente-se diferente.

Às vezes o mesmo tipo de câncer tem evolução, prognóstico, tempo e condições diferentes e para isso a ciência ainda não encontrou nenhuma explicação. Um prognóstico otimista não afasta a possibilidade de recidivas metástases, porém, de outro lado, um mau prognóstico não significa uma sentença de morte, constituindo este o grande mistério do câncer, para desespero dos médicos e pesquisadores.

O câncer é uma doença tão misteriosa que tem um grau de agressividade inversamente proporcional à idade de sua vítima.

Após o terremoto emocional que sofre uma vítima de câncer ao saber de seu diagnóstico, vem uma fase em que o paciente espera estar em um pesadelo e o que mais deseja é acordar. Neste período surge as crises existenciais e a depressão, da qual muitos só se recuperam após muito tempo e com ajuda de profissionais e de medicamentos. Tristeza, apatia, sensação de vazio e um sofrimento insuportável, sem qualquer causa aparente, a depressão pode ser considerada um efeito colateral da doença principal e afeta os pensamentos, sentimentos, saúde e até mesmo o comportamento do paciente de câncer.

Durante o período entre o diagnóstico e a retomada do cotidiano, existe tempo suficiente para pensar e analisar o sentido da vida que se viveu até então. A partir daí passa-se a observar e entender melhor o significado de coisas simples, valorizando-se prioritariamente os aspectos não materiais.

Existem exemplos de pacientes que, após um diagnóstico de câncer, consagram-se inteiramente a trabalhos sociais voluntários, onde ajudam pessoas carentes ou até mesmo realizando sonhos como conhecendo outros países, dedicando-se à música, às artes ou se voltam completamente para o lado religioso.

Felizmente, temos a disposição instituições, ONGs e grupos de apoio que ajudam o paciente de câncer, onde promovem reuniões de compartilhamento, palestras, eventos e atividades das mais diversas possíveis, visando aliviar a "síndrome do câncer", que acomete tanto seu pacientes quanto seus familiares.

Ter câncer, além de custar muito sofrimento, custa muito dinheiro. Sofrimento físico e psicológico, incertezas e ameaças, tratamentos bastante agressivos e muitas vezes mutilantes, medicamentos de uso contínuo e exames muito caros, além da ameaça da metástase para o resto da vida.

Não bastando tudo isso, o paciente tem ainda o pesado encargo de buscar e fazer valer os seus direitos, enfrentando todo tipo de empecilhos.

Diante de toda essa inesperada sobrecarga que adiciona à sua vida um custo emocional e financeiro, o paciente merece uma proteção especial do Estado.

Os documentos são muito importantes não só para os pacientes como também seus médicos e advogados. Laudos, radiografias, tomografias e exames, em alguns casos podem se constituir em documentos importantes para a comprovação da existência de uma situação garantidora de seus direitos.

Até mesmo um documento anterior a doença serve como referencial para que o médico tenha meios de estabelecer comparativos, avaliar a doença e diminuir as dúvidas.

Um aspecto muito importante é a prova dos direitos do paciente através de laudos e exames. Se uma pessoa contratar um plano de saúde ou seguro de vida e surgirem perguntas posteriores a respeito da existência de doenças preexistentes, um laudo ou exame poderá esclarecer a situação, evitando assim, maiores aborrecimentos.
{mospagebreak title=Aposentadoria}
Aposentadoria

A aposentadoria aos servidores públicos civis é o direito de receber proventos integrais, mesmo em caso de não ter o tempo completo de serviço, em razão de ter contraído uma das doenças graves especificadas no artigo 186, §1º da Lei nº 8.112/90, dentre elas a neoplasia maligna.

Mesmo atendendo a todas as exigências, muitas vezes são indeferidos pedidos de aposentadoria do servidor público ou a concessão da aposentadoria integral, no caso de servidor já aposentado com proventos proporcionais, por motivos óbvios, ou seja, diminuir gastos públicos.

O servidor público que tiver o seu pedido de aposentadoria indeferido não deve deixar de se consultar com um advogado especialista na matéria.

Nenhum médico pode afirmar com segurança como vai evoluir o câncer em determinado paciente, por mais capacitado que seja. O câncer é uma doença muito misteriosa, onde existem exemplos de pacientes que tiveram uma vida muito mais longa do que a esperada em razão da doença e de pessoas que estavam consideradas curadas e de repente vieram à óbito, contrariando todos os prognósticos.

Os servidores públicos militares são regidos por estatuto próprio, com algumas diferenças em relação ao regime jurídico dos servidores civis, porém também possuem o direito de aposentadoria por incapacidade definitiva em razão de doença grave, conforme nos ensina a Lei 6.880/80.

Em seu artigo 109, determina o afastamento, com qualquer tempo de serviço, do militar julgado definitivamente incapaz pelos motivos constantes no inciso V do referido artigo 108. No caso do servidor ser considerado incapaz, terá direito a um soldo correspondente ao grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir ou que possuía na ativa.

Já o benefício por Previdência Social, tem direito o segurado que, após cumprir a carência exigida, esteja ou não recebendo auxílio-doença, for considerado incapaz para o trabalho.

A concessão da aposentadoria por invalidez independe de carência quando o segurado for acometido de alguma das doenças e afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministério da Saúde, do Trabalho e da Previdência Social, de acordo com os critérios de estigma, deformação, mutilação, deficiência ou outro fator que lhe confira especificidade a gravidade que mereçam tratamento particularizado, como por exemplo o câncer.

As pessoas que tem este direito são as portadoras de doenças graves como por exemplo tuberculose ativa, neoplasia maligna, AIDS, entre outras.
{mospagebreak title=Cirurgia plastica}
Cirurgia plástica obrigatória em casos de câncer de mama

Em casos de câncer mamário, o paciente pode optar em fazer uma cirurgia de reconstituição mamária que é uma cirurgia reparadora da mama, amputada ou mutilada em decorrência de tratamento para retirada do tumor.

Mas por que fazer esta cirurgia?

Estudos revelam que a maioria das mulheres submetidas à mastectomia, total ou parcial, tinha uma sobrevida muito reduzida quando não reconstituída a mama. Antigamente, este tipo de cirurgia era considerada embelezadora e assim não era custeada pelos planos de saúde nem pelo SUS.

Em decorrência deste fato, grande percentual das mulheres de menor poder aquisitivo vivia menos em relação àquelas que dispunham de recursos para custear tal cirurgia.

Mulheres que tiveram a mama mutilada ou amputada, total ou parcialmente, em decorrência de técnica de tratamento de câncer tem direito a cirurgia reparadora da mama, onde a Lei 9.797/99 obriga a rede de unidades integrantes do Sistema Único de Saúde a realizar a cirurgia plástica reparadora da mama, utilizando todos os meios técnicos necessários, além de obrigar os planos de saúde, através de suas unidades conveniadas, a realizar a referida cirurgia.
{mospagebreak title=Planos de Saúde}
Planos e Seguros de Saúde

Perante os planos e seguros de saúde, a cobertura de câncer e AIDS é obrigatória, como também de todas as doenças listadas na Classificação Internacional de Doenças (CID) e dos problemas relacionados à saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS), nos limites do tipo de plano adquirido - ambulatorial, hospitalar etc.

O contrato do seguro de vida é regulado pelo Código Civil, podendo segurador e segurado estabelecerem livremente, na apólice, as condições, o prêmio e as coberturas objeto do ajuste.

A apólice é o documento que comprova o contrato de seguro, e, no caso de seguro de vida existe uma cláusula que cobre também invalidez permanente, podendo ser estabelecida como decorrente de acidente ou doença.
{mospagebreak title=Financiamento Imobiliário}
Financiamento Imobiliário

No caso de financiamento imobiliário, não é raro encontrar pessoas que, embora acometidas de doenças graves continuam pagando algo que não devem pelo desconhecimento dos seus direitos. Um dos exemplos é a invalidez permanente acarretada por acidentes ou moléstias graves, quando o paciente continua pagando as prestações do financiamento imobiliário embora tenha contratado um seguro para a quitação do saldo devedor do financiamento nesta hipótese.

O falta de informação e o desconhecimento de seus direitos faz com que as pessoas paguem pelo que não devem ou deixam de usufruir de seus direitos.
{mospagebreak title=Transporte público gratuito}
Transporte público gratuito

Muitas pessoas portadoras de neoplasia maligna desconhecem mas algumas cidades fornecem o transporte municipal gratuito como é o caso do município de São Paulo.

Para ser beneficiário do transporte gratuito em ônibus municipal em São Paulo, para portadores de neoplasia de mama, ossos e cartilagens, é necessário ir até a SPTRANS levando relatório médico, com CID; RG do paciente e do acompanhante e comprovante de residência.

No caso de Metro + Trólebus, é necessário ir até a Estação Marechal Deodoro do metrô - Loja do bilhete especial e levar RG do paciente e do acompanhante; comprovante de residência, laudo médico emitido por posto credenciado.
{mospagebreak title=Cuidados Paliativos}
Cuidados Paliativos

No Rio de Janeiro existe um centro de suporte que é voltado aos pacientes que necessitam de cuidados paliativos domiciliares, o CSTO (Centro de Suporte Terapêutico Oncológico) é a unidade assistencial responsável pelo atendimento aos pacientes do INCA que necessitam de cuidados paliativos, tendo como prioridade a assistência ao paciente em internação domiciliar.

Uma equipe de médicos, enfermeiras e assistentes sociais se programam para realizar três visitas de manhã e três visitas à tarde, de 2ª a 6ª feira aos pacientes em internação domiciliar. Porém estas visitas são feitas somente no Rio de Janeiro e municípios vizinhos à pacientes matriculados no CSTO.

Já nos cuidados paliativos hospitalares, quando o câncer se encontra num estágio tão avançado que os sintomas passam a ser prioridade pelas dores e por outros tipos de incômodos causados ao paciente, assim os cuidados paliativos visam o alívio e conforto espiritual, melhorando sua qualidade de vida.

No Brasil existe a Associação Brasileira de Cuidados Paliativos (ABCP) que foi fundada em 1997 e tem como objetivo fundamental promover os cuidados paliativos em doenças crônico-evolutivas, durante a fase de progressão e avançada, através da formação de profissionais de saúde.
{mospagebreak title=Medicamentos}
Medicamentos

Para pacientes que precisam tomar medicamentos importados, a Fundação Rubem Berta , em parceria com a Varig, presta um serviço de caráter humanitário na compra dos medicamentos não fabricados aqui em nosso país, sem qualquer ônus quanto aos serviços de compra e transporte, ficando somente o custo do medicamento ao solicitante.

Existem alguns medicamentos que podem ser adquiridos gratuitamente, como por exemplo o Volvadex e Tamoxifen, para isto é só se dirigir à Rua Martins Fontes, 208 - 1º andar - Sala 115 - São Paulo, de segunda à sexta-feira das 7h às 12h, com a receita em duas vias, formulário preenchido, carteirinha original do convênio, 2 xerox do RG e CPF, xerox do resultado dos exames que comprovem a necessidade dos medicamentos.
{mospagebreak title=Ostomizados}
Ostomizados

Uma pessoa ostomizada é aquela que necessita ser operada para construir um novo caminho para saída das fezes ou da urina para o exterior.

O câncer de intestino, em casos mais avançados, compromete o órgão de tal forma que pode ser necessário secioná-lo ou até mesmo amputar parte dele.

Quando secionado, é aberto um orifício no abdômen através do qual o paciente passa a expelir seus restos alimentares para uma bolsa coletora, até que o órgão se recupere totalmente.

Nos casos em que é retirada parte do intestino, abri-se um orifício no abdômen que será adaptado e conectado uma bolsa apropriada para coletar as fezes.

Este tipo de paciente sofre muito com tal situação, pois precisam de cuidados especiais, dieta alimentar especial, além de serem muitas vezes discriminados.

As bolsa coletoras são de uso permanente e custam muito caro, porém em alguns estados existem serviços que fornecem a bolsa gratuitamente e orientam sobre o uso correto.
{mospagebreak title=Direito ao silêncio}
Direito ao silêncio

Nas maiorias das cidades grandes existe uma forte poluição sonora. Bares, carros de som e etc muitas vezes ultrapassam o permitido na quantidade de decibéis, desta forma atrapalhando a todos.

Quem mais sofre com essa poluição são pacientes de doenças graves, principalmente o paciente de câncer, quando no período de recuperação de cirurgias e sessões de quimioterapia.

Assim todos devem respeitar esse direito e caso seja incomodado por barulhos que afastem sua tranqüilidade, existem órgãos ligados às prefeituras que fiscalizam esses abusos, informe-se sobre qual órgão é referente à sua cidade.
{mospagebreak title=Rodízio de automóveis}
Rodízio de automóveis

Em grandes cidades, onde o congestionamento de trânsito torna a vida da população caótica, existem os rodízios de trânsito criados para diminuir e facilitar o tráfego de automóveis.

Porém, pessoas deficientes, pacientes e seus condutores podem obter autorização para circulação dos veículos nos dias e horários proibidos, obedecendo os critérios fixados pelo DSV na cidade de São Paulo.

Para obter informações de como ter o veículo liberado do rodízio, entre no sitio http://www.cetsp.com.br/ e veja os documentos necessários e o formulário.

{mospagebreak title=Médico e Paciente}
Relação entre Médico e Paciente

O paciente de câncer é um ser fragilizado diante da falta de conhecimentos sobre sua enfermidade e da dificuldade de entender os termos médicos.

A relação entre médico e paciente, muitas vezes coloca o enfermo numa postura de inferioridade, não só pelo desconhecimento mas também pela dependência do saber de outrem, que apesar de ter o dever de informar muitas vezes não o faz claramente, por falta de paciência, de sensibilidade ou até mesmo pelo receio da reação do paciente.

Porém, o direito de saber não obriga o paciente a saber tudo sobre sua enfermidade, o paciente pode pedir ao médico que não lhe dê detalhes sobre o seu diagnóstico, a evolução de sua doença, etc.

Desta forma, é direito do paciente saber sobre sua enfermidade, porém só o que for de seu interesse e é dever do médico informar aos pacientes sobre sua doença.

O direito à informação não se restringe apenas à quantidade de informações mas sim a qualidade da informação, ou seja, o paciente de câncer não tem direito só de saber, se quiser, tudo sobre seu diagnóstico, tratamento, sobrevida, mas sim que as informações sejam transmitidas de forma mais adequada possível por profissionais capacitados, assim não afetando ainda mais seus estado psicológico.
{mospagebreak title=Tratamentos}
Tratamentos

O tratamento pode ser através de cirurgia, que na maioria dos casos exige internação hospitalar.

A cirurgia pode ser realizada com dois objetivos, extrair o tumor e/ou realizar biópsia e verificar se existem metástases, ou seja, células que saem do tumor principal e invadem outros órgãos.

O tratamento ambulatorial é realizado quando o médico responsável e o paciente decidem que o tratamento pode ser feito sem a necessidade de internação. Tanto a quimioterapia como a radioterapia podem ser feitas em ambulatório.
{mospagebreak title=Quimioterapia}
Quimioterapia

A quimioterapia é um tratamento que utiliza medicamentos para eliminar os tumores e metástases formados pelas células de câncer.

Quando o tumor é muito grande, por exemplo, e se encontra em uma região que não permite sua extração por cirurgia ou permite apenas a retirada de parte dele, pode ser utilizada a radioterapia conjuntamente com a quimioterapia, dependendo do que o médico decidir ser mais recomendável.

A quimioterapia pode servir inclusive para a diminuição do tumor e permitir que ele seja extraído através de cirurgia.

Uma situação em que a quimioterapia pode ser utilizada como tratamento preventivo é quando o tumor foi retirado na cirurgia, porém se o paciente fizer a quimioterapia evitará que as células tumorais migrem para outras regiões desenvolvendo novos tumores.

A aplicação da quimioterapia pode ser feita através de via endovenosa (na veia), via intramuscular (dentro do músculo), via subcutânea (região acima do músculo) e via oral (tomando comprimidos, cápsulas ou líqüidos pela boca).

Um efeito comum do uso de medicamentos quimioterápicos é a diminuição de glóbulos brancos e ou de glóbulos vermelhos e plaquetas. Quando o potencial deste efeito é muito grande, o médico poderá indicar uma medicação que ajude a restaurar esses componentes do sangue.

Alguns medicamentos quimioterápicos afetam o crescimento de cabelos, pelos do corpo e unhas, causando queda dos cabelos e pêlos e enfraquecimento das unhas, porém, muitas vezes, esses sintomas são temporários e se encerram ao término do tratamento.
{mospagebreak title=Radioterapia}
Radioterapia

A radioterapia é um tratamento que busca destruir as células do tumor através da irradiação de ondas de energia originadas de material radioativo, como por exemplo raios-x, cobalto, iodo radioativo entre outros.

São raios invisíveis, não exalam nenhum cheiro e são indolores durante sua aplicação. Um tratamento deste tipo deve ser somente por médicos especializados neste tipo de tratamento, em um ambulatório ou hospital equipado para isto.

Após o término do tratamento, o paciente ficará em um período de acompanhamento para que o médico responsável possa avaliar possíveis efeitos tardios de radiação e estabelecer tratamento adequado para eles.

A radioterapia possui alguns efeitos colaterais, sejam eles reações da pele como descamação seca ou úmida, sensação de cansaço e alterações do apetite. Existem três tipos de efeitos, ou seja:

Agudos: ocorrem durante o tratamento ou até 6 meses após o término, como náuseas, vômitos, febre, hemorragia, diarréia, dor local, queimaduras, cansaço, queda de cabelos e inflamações locais.

Sub agudos: persistem ou ocorrem após os seis meses do término do tratamento, como anemia, lesão de pele, maior tendência a pegar resfriados e outras infecções como, mucosites, alterações no paladar, anorexia, mal-estar geral, queda de pêlos do corpo, diarréia entre outras.

Tardios: pneumonia, retite, cistite e outras, dependendo do local irradiado.
{mospagebreak title=Hormonioterapia}

Hormonioterapia

Alguns tumores podem depender de hormônio para crescer, como são nos casos de próstata no homem ou de mama ou endométrio uterino na mulher. Desta forma, pode fazer parte do tratamento oncológico o bloqueio da produção de certos hormônios ou até mesmo utilizar-se de hormônios que antagonizem o hormônio que estimula o crescimento do tumor.

A hormonioterapia pode causar efeitos colaterais, assim, podendo surgir sinais de menopausa ou andropausa precoces, disfunções sexuais, ressecamento vaginal, ondas de calor.
{mospagebreak title=Tipos de câncer}
Principais tipos de câncer

Câncer de pulmão: é o que apresentou maior número de óbitos dentre as mortes por câncer no Brasil, em 1998.

O tabagismo é o principal fator de risco no caso de câncer no pulmão. O tabaco mata atualmente em todo o mundo cerca de três milhões de pessoas por ano. Desta forma, se o atual consumo do tabaco não for revertido, a Organização Mundial da Saúde estima que, a partir de 2020 a epidemia tabagística será responsável por dez milhões de mortes por ano.

Só no Brasil são 80 mil mortes por ano em razão de doenças provocadas pelo tabagismo.

Câncer de mama: é a primeira causa de óbito por câncer entre as mulheres, representando 15,75% das mortes por câncer. A mortalidade por câncer de mama tem aumentado significativamente nos últimos 20 anos. Entres os fatores de risco de câncer de mama, os que mais ocorrem são pela obesidade e a primeira gravidez em idade tardia.

Câncer de próstata: ocupa o 5º lugar entre as causas de óbito por câncer no mundo inteiro. O câncer de próstata teve um aumento de aproximadamente 139% nos últimos 20 anos.

Câncer de estômago: ao contrário dos casos de câncer de mama e próstata, a mortalidade em razão do câncer de estômago diminuiu nos últimos 20 anos, principalmente entre os homens.

Câncer de colo do útero: no Brasil, possui ainda as taxas de mortalidades alta, ao contrário dos países desenvolvidos, onde as taxas de mortalidade por essa doença vem caindo constantemente. A referida doença está entre as quatro primeiras entre as mulheres brasileiras, no caso de mortalidade.
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Direitos do paciente

-Não ser discriminado;

-Ser tratado com zelo por profissional capacitado;

-Não ser tratado com negligência, imprudência ou imperícia;

-Não ficar sem acompanhamento de um médico quando em estado grave;

-Receber de forma legível prescrições médicas, laudos e recomendações;

-Não receber tratamentos desnecessários ou proibidos por lei;

-Ser esclarecido sobre qualquer tipo de tratamento médico a que deva ser submetido;

-Decidir livremente sobre suas decisões sem autoritariedade do médico;

-Liberdade de decidir sobre a execução de práticas diagnósticas, salvo em casos de risco iminente de vida;

-Ser atendido em casos de urgência;

-Receber informações sobre diagnóstico, prognóstico, riscos e objetivos do tratamento, salvo se a informação lhe causar danos;

-Ter informações claras sobre a gravidade do diagnóstico, sem exageros e sem excessos nos procedimentos terapêuticos ou no número de consultas;

-Não ser abandonado pelo médico responsável a não ser que a relação entre o médico e o paciente prejudique a continuidade do tratamento;

-Não ser abandonado pelo médico por ser portador de moléstia crônica ou incurável;

-Ser examinado antes de qualquer tratamento;

-Ter respeitado o seu pudor;

-Ouvir a opinião de outros médicos;

-Ter acesso ao seu prontuário médico com explicações necessárias para seu compreendimento; entre muitos outros.

Assim sendo, todo paciente de câncer tem direito a dignidade no exercício de sua cidadania.


*veja em nosso sitio, no link de utilidades o Código de Ética do Médico na íntegra e saiba mais.

Dados do artigo 

Autor : Bueno e Costanze Advogados
Texto inserido no site em 11.11.2006
Informações Bibliográficas :
Conforme a NBR 6023:2002 da Associação Brasileira de Normas Técnicas ( ABNT ), este texto científico publicado em periódico eletrônico deve ser citado da seguinte forma :
Costanze, Bueno Advogados. ( Neoplasia maligna: câncer ). Bueno e Costanze Advogados, Guarulhos, 11.11.2006. Disponível em : . acesso em : ( data que acessou )

Agradecimentos

Quero agradeçer aos meus amigos , familiares, minha querida e amada mãe Dazinha, minha mãe neide, meu irmão jairo, meu pai Anilton, Aloizio, cesar, Meu padrastro guto, Minhas tias e tios e a todos que tem me acompanhado nessa luta, quero agradeçer  tambem nesse pequeno espaço agradeçer as minhas companhairas na luta contra o cançer : Claudia, antonieta, Veronica, Maria Flor, Luciene, Conceição, Vau, Maria, Marly, Adenildes, Eunice, Noelia, Neide, Nilza, Vera, Vilma, Aladis, Celeste, Itana, Rita, Dete, Isa, Maria jose, e a tantas outras que se encontram nessa luta encnsavel e que não desistam em momento algum, Quero agradeçer tambem ao Dr rodrigo cirugião, Dr Rodrigo anestesista, Dr Tanaca, Dr jose Dias, meus amigos maqueiros Roberto e carlos, minha fofa do lanchinho Joice, e minhas amadas amigas infermeiras que tem me encorajado e cuidado de mim com carinho são elas as feras: Renilda, Ana, Ana maria, Barbara, Maria Antonia,Jani, Mirtes, Ana Margarete, Deuse, Andreia, aos motoristas da ambulancia, e tambem em especial a todos os proficianais do Hospital Aristides maltes...

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Musicas de Amy Winehouse

 Amy Winehouse

Composição: Isham Jones / Marty Symes

(There Is) No Greater Love

There is no greater love
Than what I feel for you
No sweeter song, no heart so true

There is no greater thrill
Than what you bring to me
No sweeter song
Than what you sing, sing to me

You're the sweetest thing
I have ever known
And to think that you are mine alone

There is no greater love
In all the world, it's true
No greater love
Than what I feel for you
 

(não Há) Amor Maior

Não há amor maior
Do que o que eu sinto por você
Nenhuma canção mais doce, nenhum coração tão verdadeiro

Não há emoção maior
Do que a que você traz pra mim
Nenhuma canção mais doce
Do que a que você canta, canta pra mim

Você é a coisa mais doce
Que eu conheço
E pensar que você é totalmente meu

Não há amor maior
Em todo o mundo, é verdade
Nenhum amor maior
Do que o que eu sinto por você
 

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Bom Dia Paixão

È bom acordar e ter você ao meu lado me falando besteirinhas no ouvido e frases de amo,
Quando estou aqui é a forma que tenho de esta proxima a você e expresar todos meus sentimentos,
Sei que estamos longe um do outro e que a rotina tem nos afastado, mas você marcou na minha vida,
e o sentimento que nutre em meu paito jamais vai se apaga,
jamais esquecerei seo toque, sua voz no meu ouvido, suas a deslizar sobre meu corpo,
Bom dia meu querido amor...

sábado, 11 de junho de 2011

O Cantinho da Rena



UM MINUTO DE REFLEXÃO





Hoje em dia andamos preocupados com a nossa vida de uma maneira
onde esquecemos às vezes daspoucas coisas, as que achamos
inferiores ou primárias. Nossa vida é única e muito preciosa para
ser desperdiçada com coisas minúsculas e pensamentos voltados
para energias negativas. As pessoas só olham para o próprio
umbigo e se esquecem de como é bom ter amigos em quem
podemos confiar e conversar.Quando estamos zangados só
queremos ouvir a nossa consciência, não paramos para discernir
o que está acontecendo, achamos que todos estão contra nós
e por issosomos os certos e todos estão errados, será?
Não devemos julgar as pessoas que nos cercam e muito menos
as que não conhecemos, não devemosachar que somos os "maiorais"
em relação a este ou aquele ser humano, somos todos iguais,
 perante o grandioso Deus, pois é justo e irá nos dizer se
estamos certos ou errados.
Amigos são pessoas que Deus nos envia para nos ajudar em nossa
vida terrena, onde ocorre umatroca de amor e compreensão,
pois sem ter, o dar e o receber não existe relação nenhuma,
muito menos a de amizade.
Não somos perfeitos, por isso estamos aqui aprendendo a
aprender.Será que vale a pena ser mesquinhos
com nossos semelhantes?


Profª Maria Ap. Beltrame


Minuto de sabedoria

O tesouro da vida
Quanto vale a sua vida? Você já parou para pensar o que aconteceria se, de repente, você descobrisse que é portador de uma enfermidade que o pode conduzir para a morte, em breve tempo?

Foi uma situação dessas que aconteceu com um executivo que durante 29 anos somente viveu para o trabalho. As suas jornadas eram de 15 a 16 horas diárias. Férias de 30 dias, jamais!

Então, veio um dia e uma noite de febre. Ele foi ao médico que diagnosticou nada além de sintomas de gripe, mas a febre persistia. Exames mais acurados apontaram a possibilidade de ele ser portador de uma grave doença no pulmão.

O executivo descreve sua surpresa e suas decisões assim: "é impressionante como a vida da gente pode mudar de sentido com uma simples radiografia. O profissional seguro, acostumado a liderar grandes equipes, estava agora à mercê dos médicos, dos exames clínicos e, de Deus."

Uma forte crise renal aconteceu em seguida e ele viu sua vida toda passar pela mente em minutos.

Medo de deixar de viver era o que sentia. Queria continuar vivo para ver seu primeiro filho se formar em medicina. E ele estava apenas no segundo ano. Queria ver o segundo filho entrar na universidade. Ele nem vestibular havia feito ainda.

Vinte dias depois, finalmente veio o diagnóstico. O problema do pulmão não era maligno e ele poderia se tratar no ambulatório. No período em que aguardava o resultado da biópsia a que se submetera, ele aprendeu muito sobre muitas pessoas e o carinho que elas tinham por ele.

Uma funcionária veio lhe dizer que sua mãe estava orando por ele. Seu gerente lhe falou que sua mãe também estava orando muito pelo seu restabelecimento. E ele nem a conhecia. Mas ela estava orando porque ele fora bom para seu filho, um dia.

O executivo descobriu finalmente que a mulher com a qual estava casado há vinte anos era muito mais forte do que ele supunha. Enquanto ele se abalou, ela se manteve de ânimo firme, incentivando-o a crer e esperar o melhor. E ela mesma deu a notícia da enfermidade do pai para os garotos.

Depois de tudo o que passou, o executivo mudou a sua forma de viver. Acredita que Deus lhe deu um grande presente, ensinando-lhe a verdadeira importância de viver o dia-a-dia, de curtir a família e os amigos, de cuidar da saúde e, de trabalhar com prazer.

Hoje, na condição de professor, ele se envolve com os alunos muito além da sala de aula. Aprendeu a gostar da chuva e de brincar com seu cachorro.

Passou a dar valor, de fato, à família e aos amigos.

Passou a dividir as tarefas com seus colaboradores, em vez de ser centralizador.

E concluiu, em seu depoimento: "quero viver cada minuto como se fosse o último, já que dessa experiência ficou a impressão de que, na hora do adeus, só restarão os arrependimentos pelo que deixamos de fazer.

Espero que essa mudança seja perene. Deus me permita aproveitar todo minuto como único, o trabalho como diversão, os amigos com paixão, minha mulher e meus filhos como verdadeiro elixir da longevidade.

E então? Quanto vale a sua vida?

Não espere adoecer para descobrir que a saúde é precioso talento, que a família é um tesouro, e os amigos, jóias raras.

Pense nisso. Comece desde agora a viver com intensidade, desfrutando de todas as oportunidades.

Não trabalhe somente para produzir, ganhar e crescer. Lembre-se que o crescimento vem do prazer de realizar.

E, num dia de 24 horas, não esqueça de reservar ao menos 40 minutos para exercícios de abraços, beijos e outras delicadas demonstrações de carinho.
 

Autor:
Fonte: Revista Exame - agosto/2000 - A segunda chance

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Timaia








                         " A se o mundo inteiro me podesse ouvir tenho muito pra falar dizer que aprendi"






Mensagem para meus amigos

É difícil definir amigo
Amigo é quem lhe dá um pedacinho do chão, quando é de terra firme que você precisa, ou um pedacinho do céu, se é o sonho que lhe faz falta.

Amigo é mais que ombro amigo, é mão estendida, mente aberta, coração pulsante, costas largas.

É quem tentou e fez, e não é egoísta para não querer compartilhar o que aprendeu.

É aquele que ajuda e não espera retorno, porque sabe que o ato de compartilhar um instante qualquer já o realimenta e satisfaz.

Amigo é quem entende seu sentimento porque já sentiu, ou um dia vai sentir, o mesmo que você.

Um amigo é compreensão para o seu cansaço e complemento para as suas reticências.

É aquele que entende seu desejo de voar, de sumir de vez em quando, sua sede de inovar sempre.

É ao mesmo tempo espelho que o reflete, e óleo derramado sobre suas águas agitadas.

O amigo se compadece pelos seus erros, e vibra com o seu sucesso. É o sol que seca suas lágrimas, é a polpa que adocica ainda mais o seu sorriso.

Amigo é aquele que toca suas feridas com mãos de veludo; acompanha suas vitórias com euforia e faz piada para amenizar seus problemas.

Amigo é aquele que sente medo, dor, náusea, cólica, e chora, como você. E, se pudesse, sofreria no seu lugar.

Um amigo sabe que viver é ter história para contar.

É quem sorri para você sem motivo aparente, sofre com seu sofrimento, e é o padrinho natural dos seus filhos.

É aquele que encontra para você aquilo que nem você sabia que buscava.

Amigo é quem lhe envia cartas, esperadas ou não, pequenos bilhetes em sala de aula, mensagens eletrônicas emocionadas.

É aquele que lhe ouve ao telefone mesmo quando a ligação parece caótica, com o mesmo prazer e atenção que teria se estivesse olhando em seus olhos.

Amigo é aquele que entende o que seus olhos dizem, sem precisar de palavras.

É aquele que adivinha seus desejos, seus disfarces, suas alegrias, e percebe seus medos.

Amigo é quem aguarda pacientemente que surja aquele brilho no seu olhar e se entusiasma quando o vê surgir. É quem tem sempre uma palavra sob medida quando seus olhos se cobrem de lágrimas. E é também aquele que sabe quando você está lutando para sufocá-las na garganta.

Amigo é como lua nova, é como a estrela mais brilhante, é luz que se renova a cada instante, com múltiplas e inesperadas cores, que cabem todas na sua íris.

Amigo é verdade e razão, sonho e sentimento...

Amigo é aquele que lhe diz: "eu amo você" sem qualquer medo de má interpretação.

Enfim, amigo é quem ama você e ponto final.

***

As doações de amizade pura enriquecem os companheiros de jornada.

Quando outras emoções se enfraquecem no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada das pessoas que se estimam.

Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Por tudo isso, estendamos os benditos recursos da amizade real onde a discórdia tenta espalhar o escuro domínio que lhe é próprio.