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sábado, 14 de maio de 2011

Direito à morte







Direito à morte


João vive numa pequena aldeia onde todos se conhecem. “Uma jóia de homem” – diz uma vizinha que o conhece há muitos anos e que envelheceu com ele. Noventa anos. Trabalhou, casou, criou os filhos e ama os netos. A esposa dona Antónia, não sai de casa. Sofre de Alzheimer e a doença fez com que perdesse todos os amigos. É agressiva a maior parte das vezes mesmo para com os netos de quem tanto gostava.
João arrasta-se pela calçada em passos apressados mas doloridos. Não pode demorar muito e deixar Antónia sozinha. “ Ohh homem… tens de a por num lar. Isso não é vida e estás a matar-te aos poucos” João sorri para amiga que lhe falou e prossegue o seu caminho apressadamente. Ninguém sabe a dificuldade de encontrar um lar para acolher uma pessoa com esta doença.
Outrora um homem que amava a vida e a família é hoje um trapo sem vontade de viver. A sociedade, alheia à dor dos outros impõe regras morais, direitos e deveres. Fazem leis e códigos de conduta. Condenam e proíbem. Julgam sem saber julgar.

A pacata aldeia, acorda ao som de sirenes. Ambulâncias do INEM , vários carros de policia, frente à casa de João e Antónia. Fitas vermelhas e brancas estendidas à volta da casa interditam o espaço.
João matou Antónia, asfixiando-a e enforcou-se de seguida.
Chegam carros com jornalistas, fotógrafos e televisão. Entrevistam-se os vizinhos. Querem saber tudo de João. Pensam em títulos que vendam a Noticia: “Idoso mata companheira” … “ Idosa doente barbaramente assassinada pelo marido” … pouco interessa a verdade. Interessa chamar a atenção.

Descrita a cena, reflectir sobre a mesma é algo que levanta um sem número de perguntas. Pensar sobre eutanásia e instituições de cuidados paliativos que acolham doentes crónicos em fase terminal impõe-se. O direito à morte quando a vida deixou de ser aquilo que a define.
João morreu. Poderia viver mais uns anos rodeado do amor dos filhos e dos netos que devido à doença da mulher e à agressividade se afastaram. Poderia ter tido um fim de vida digno relembrando com doçura todos os momentos felizes que viveu.
Antónia poderia ter partido de forma serena, rodeada por aqueles que a amavam.
O crime não é de João mas da sociedade que o condenou. A injustiça da vida quando uma lei cega, proíbe e condena o direito à morte.

Raul Almeida




segunda-feira, 2 de maio de 2011

Momentos de distração de meu amigo Miauuuuuuuuuuuuuuuu e eu Antonio estais sempre em meu paito















Ser Pai









Ser Pai é... 
Ser pai é ser alguém,
 Dar à vida continuidade,
 Ser pai, tal como ser mãe,
 É encontrar a felicidade!
 Ser pai é ser aluno, contar, ler...
 Ser professor, corrigir, explicar...
 É ensinar sempre a aprender!
 É aprender sempre a ensinar!
 Ser pai é ser um ídolo, o maior,
 Um super herói invencível!
 O porto de abrigo acolhedor,
 P'ra tempestade mais terrível!
Ser pai é aconselhar, chamar à razão
E ouvir respostas pouco formais,
É constatar como essa rebelião,
Aconteceu entre nós e nossos pais!
Ser pai é ser um espelho!
Um exemplo para admirar!
Ser pai não é ser velho,
É rejuvenescer e renovar.
Ser pai é semear uma flor,
Vê-la germinar e florir enfim,
Tratá-la com carinho e amor,
Ela é orgulho do nosso jardim!
Ser pai é pois na realidade,
Ser assim, um palerma babado!
Ser avô é pior, é verdade,
Mas ser pai é meio caminho andado.
Autor desconhecido  





domingo, 24 de abril de 2011

tudo sobre a cruz vermelha brasileira




O que é voluntário

Voluntário é aquele que age derivado de vontade própria sendo espontâneo.O que se alista espontaneamente nas forças armadas.É A pessoa que contribui de diversas formas, sem procurar lucro ou recompensa, mas com a convicção de que age para o bem da comunidade, procurando, com isso, alguma satisfação.

Neste sentido, a Cruz Vermelha acolhe e encoraja o oferecimento de pessoas que desejem, voluntariamente, colaborar com a Instituição. O Voluntariado assume, neste contexto, uma posição de suma importância, transversal a toda a atuação da Cruz Vermelha, apoiando projetos e ações que se desenvolvem a diferentes níveis.

Direitos

"A ação voluntária oferece motivação e oportunidade de crescimento aos voluntários."
  • Reconhecimento e respeito dos direitos consignados nos estatutos e regulamentos da Instituição.
  • Realizar uma ação voluntária de acordo com as suas capacidades, aptidões e interesses.
  • Respeitar o compromisso adquirido com a Cruz Vermelha. Ser informado sobre os Princípios Fundamentais da Cruz Vermelha, Convenções de Genebra, objetivos, estrutura, funcionamento e das tarefas que pode realizar.
  • Ser-lhe dada uma tarefa específica e bem definida.
  • Ser reconhecido pelo trabalho que desenvolve com acreditação e certificação. Receber treino para a execução da tarefa.
  • Receber formação inicial e contínua.
  • Estar informado sobre os objetivos, duração e lugar das atividades que vai realizar.
  • Fazer avaliações regulares do seu desempenho.

Responsabilidades

"O voluntário da Cruz Vermelha Brasileira é assíduo e regular nos compromissos assumidos."
São seus deveres:
  • Agir de acordo com os Princípios Fundamentais do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e promover a sua difusão.
  • Respeitar as regras relativas ao uso do emblema e impedir o seu abuso.
  • Empenhar-se em oferecer os melhores serviços possíveis.
  • Desempenhar as missões sem discriminação alguma quanto à nacionalidade, raça, sexo, opiniões políticas ou crenças religiosas.
  • Respeitar o indivíduo.
  • Respeitar o desejo de descrição daqueles a quem se oferece ajuda.
  • Promover a compreensão mútua.
  • Responder às necessidades de outrem com humanidade e simpatia.
  • Funcionar em equipe.
  • Formar-se para as atividades e funções que lhe são confiadas.
  • Familiarizar-se com o Código de Deontologia, os Princípios Fundamentais, a filosofia do Voluntariado Cruz Vermelha / Crescente Vermelho, as quatro Convenções de Genebra e os seus Protocolos Adicionais.
  • Em caso de dúvida sobre a posição da Cruz Vermelha ou Crescente Vermelho, pedir um conselho, antes de agir, à sua Sociedade Nacional.
  • Ser capaz de transmitir a informação recebida ou o conhecimento adquirido, e de avaliar o trabalho desenvolvido.
  • Participar ativamente na Instituição conforme estipulado nos estatutos e regulamentos.

Vantagem

"Os voluntários não são como os outros."
  • As possibilidades proporcionadas aos voluntários variam muito consoante o tipo de serviço e as ações desenvolvidas pelas Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho em todo o mundo. As possibilidades enunciadas embaixo são aquelas que podem ser consideradas ideais, variando o seu grau de acessibilidade.
  • Colocar as suas competências e os seus talentos ao serviço do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
  • Adquirir e aperfeiçoar novas competências e conhecimentos.
  • Participar em cursos de orientação e de formação interessantes.
  • Poder optar por entre o leque de tarefas e familiarizar-se com aqueles que provaram saber desempenhar bem a tarefa; ajudar os jovens, desenvolvimento, formação, assuntos internacionais, administração, finanças, emergência em caso de catástrofe, saúde, trabalho social, ou qualquer outra atividade desenvolvida pela Sociedade Nacional.
  • Aprender a ajudar os outros através de serviços para a comunidade.
  • Participar em operações de socorro, quer no plano nacional, quer no plano internacional.
  • Representar a Sociedade Nacional em reuniões, ateliers, congressos ou seminários.
  • Participar ativamente na busca de soluções para os problemas.

O que não deve fazer um voluntário

  • Utilizar os recursos de uma Sociedade Nacional sem autorização prévia;
  • Abusar da sua posição na Cruz Vermelha para benefício pessoal;
  • Utilizar o seu estatuto para desenvolver operações particulares ou efetuar transações comerciais em que o voluntário ou terceiros tirem benefícios próprios.

Legislação

Lei do Voluntariado nº 9.608, de 18.02.98
Dispõe sobre o serviço voluntário e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º - Considera-se serviço voluntário, para fins desta Lei, a atividade não remunerada, prestada
por pessoa física a entidade pública de qualquer natureza ou instituição privada de fins não lucrativos, que tenha objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência social, inclusive mutualidade.
Parágrafo único: O serviço voluntário não gera vínculo empregatício nem obrigação de natureza trabalhista, previdenciária ou afim.
Art. 2º - O serviço voluntário será exercido mediante a celebração de termo de adesão entre
a entidade, pública ou privada, e o prestador do serviço voluntário, dele devendo constar o objeto
e as condições do seu serviço.
Art. 3º - O prestador do serviço voluntário poderá ser ressarcido pelas despesas que comprovadamente realizar no desempenho das atividades voluntárias.
Parágrafo único: As despesas a serem ressarcidas deverão estar expressamente autorizadas pela entidade a que for prestado o serviço voluntário.
Art. 4º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.
Brasília, 18 de fevereiro de 1998; 177 da Independência e 110 da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Paulo Paiva

DOAÇÕES PARA O RIO DE JANEIRO!

Olá amigos(as).
São 21:30 do dia 4 de fevereiro de 2011. Estão saindo 2 carretas e 1 caminhão para Nova Friburgo, a pedido, com 78 (SETENTA E OITO) TONELADAS de doações!
Parabéns a todos!!!!Que Deus os abençoe.
Tenente Coronel Paulo José - Presidente




Ajude a Cruz Vermelha Brasileira - Brasília
Faça sua doação em dinheiro:
Banco do Brasil - 001

Agência: 3475-4

Conta: 19064-0
Nome: C VERMELHA BRAS BRASILIA
Faça sua doação material em nossa sede:SCLRN 715, Bloco "C", Loja 25
Asa Norte - Brasília - DF



cruz vermelha brasileira









quinta-feira, 14 de abril de 2011

Para meu amigo querido Antonio Peixeito de Portugal

De onde nasce o amor,
Me diz agora baixinho olhando em meus olhos,
Ou prefere que eu te diga sentada no sofá assistindo um belo filme comendo pipoca,
De onde vem a beleza estampada em teu sorriso,
Me diz por favor não me faz tanto segredo.
Encontrei uma linda flor em meu jardim,
Sim eu encontrei...Encontrei,
Encontrei alguem que transparece o amor apenas com um olhar meigo e um belo sorriso,
A tantas definisões para o amor mais não sou eu que vou ficar aqui repetindo,por que olhando em teus olhos eu sei que tou descobrindo uma nova forma de amar,
Hoje acordei mais um dia com uma senção de que um querubim vei em minha janela me dizer que o amor nasce todos os dias de pequenos gestos,
E meu amor por ti nasceu aqui com pequenas palavras como um simples bom dia como você esta,se tu soubesse como essas simples palavras signficaram para mim posso dizer que você me me deu o maior amor do mundo carinho e atenção... Beijos que o senhor Jesus continue abenoando sua vida não so hoje Mais sempre...