Este blog tem a intenção de falar sobre a minha esperiencia de ser mais uma sobrevivente do cançer e levar um pouco de sentimento, e falar do amor que sinto por estar viva, agradeço a Deus e a minha familia e aos meus amigos por dar me forças ate aqui, que todos que entrem na minha pagina seja bem vindos e abençõados pelo senhor Jesus.
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segunda-feira, 5 de março de 2012
Oração de uma criança
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Abençoai o leite e o pão
E este macio colchão
Em que vou ficar deitada
Descansando sossegada
E fazei com que eu não tenha
Medo da noite que passa
E durma até que o sol venha
Bater na minha vidraça
Meus sapatos que aonde eu queira
Me levam; minha cadeira
Abençoai os meus brinquedos
Que para mim não tem segredos;
E a lâmpada, e o fogo ardente
E essa mão boa e paciente
Que cuida de mim
E os meus amigos; e; enfim
Minha mamãe e meu papai
Sempre unidos; abençoai
Pelo mundo inteiro
Os filhos de toda gente
E fazei com que eu também
Durma e acorde em paz.
Amém!
Outras orações
E este macio colchão
Em que vou ficar deitada
Descansando sossegada
E fazei com que eu não tenha
Medo da noite que passa
E durma até que o sol venha
Bater na minha vidraça
Meus sapatos que aonde eu queira
Me levam; minha cadeira
Abençoai os meus brinquedos
Que para mim não tem segredos;
E a lâmpada, e o fogo ardente
E essa mão boa e paciente
Que cuida de mim
E os meus amigos; e; enfim
Minha mamãe e meu papai
Sempre unidos; abençoai
Pelo mundo inteiro
Os filhos de toda gente
E fazei com que eu também
Durma e acorde em paz.
Amém!
Outras orações
Meu Jesus, os profetas voa anunciaram como Prícipe da Paz.
Os anjos anunciaram a paz aos homens, por ocasião de vosso nascimento. Morrestes na cruz para consolidar a paz entre Deus e os homens."A Paz esteja convosco!" dissestes aos Apóstolos, no dia da ressurreição. Aos memsos Apóstolos ordenastes: "Quando entrardes em alguma casa, dizeri: a paz esteja nesta casa".
Senhor, fazei entrar a paz em nossa família. Que haja união, compreensaõ e amor.
Dai-me, especialmente a mim, o espírito de humildade e paciência para com a minha esposa (ou esposo), amor e carinho para com meus pais e sogros, dedicação aos meus filhos e bondade para com todos emn casa. Fazei que os irmãos se tratem como verdadeiros irmãos.
Ajudai-nos a conservar a paz na família para mercermos a paz definitiva no céu. Amém.
Os anjos anunciaram a paz aos homens, por ocasião de vosso nascimento. Morrestes na cruz para consolidar a paz entre Deus e os homens."A Paz esteja convosco!" dissestes aos Apóstolos, no dia da ressurreição. Aos memsos Apóstolos ordenastes: "Quando entrardes em alguma casa, dizeri: a paz esteja nesta casa".
Senhor, fazei entrar a paz em nossa família. Que haja união, compreensaõ e amor.
Dai-me, especialmente a mim, o espírito de humildade e paciência para com a minha esposa (ou esposo), amor e carinho para com meus pais e sogros, dedicação aos meus filhos e bondade para com todos emn casa. Fazei que os irmãos se tratem como verdadeiros irmãos.
Ajudai-nos a conservar a paz na família para mercermos a paz definitiva no céu. Amém.
ORAÇÃO DA FAMÍLIA.
Senhor, nós vos louvamos pela nossa família e agradecemos a vossa presença em nosso lar.
Iluminai-nos para que sejamos capazes de assumir nosso compromisso de fé na Igreja e de participar da vida de nossa comunidade.
Ensinai-nos a viver a vossa palavra e o Vosso mandamento de Amor, a exemplo da FAMÍLIA DE NAZARÉ.
Concedei-nos a capacidade de compreendermos nossas diferenças de idade, de sexo, de caráter, para nos ajudarmos mutuamente, perdoarmos nossos erros e vivermos em harmonia.
Dai-nos, Senhor, saúde, trabalho e um lar onde possamos viver felizes.
Ensinai-nos a partilhar o que temos com os mais necessitados e empobrecidos, edai-nos a graça de aceitar com fé e serenidade a doença e a morte quando se aproximem de nossa família.
Ajudai-nos a respeitar e incentivar a vocação de nossos filhos quando quiserdes chamar a Vosso serviço.
Que em nossa família reine a confiança, a fidelidade, o respeito mútuo, para que o amor se fortifique e nos una cada vez mais.
Permanecei em nossa família, Senhor, e abençoai nosso lar hoje e sempre. Amém!
AO PRECIOSÍSSIMO SANGUE DE JESUS CRISTO.
Senhor Jesus Cristo, eu (nome completo) coloco a minha casa, minha família (coloque o 1º nome de cada familiar) todos os que moram comigo, sob a proteção do vosso Sangue Precioso.
Protegei esta casa de assaltos, incêndios, violência, calúnia, difamação, maldição, mau olhado e de todo mal.
Qualquer pessoa que tenha má intenção, maldade não consiga permanecer nesta casa nem passe por esta porta, em que entronizo esta oração.
E assim como lemos no livro do Êxodo capítulo 12, quando o Senhor protegeu as casas dos israelitas, que minha casa, por meio desta oração de proteção, seja marcada com o Sangue do Senhor Jesus Cristo, sinal de proteção contra todo e qualquer tipo de flagelo.
Invoco a intercessão especial da Virgem Maria e de São Miguel Arcanjo confirmando esta oração.
Enfim, esta porta toda minha casa, sejam selada, marcadas e protegidas no Sangue libertador de Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Lucas Morato
Olá!
Hoje eu te vi pela televisão
Mostrando ao seu povo aquela canção
Cativando todos com a sua voz
Cá entre nós
Que linda voz
Não sai espalhando mais eu sou seu fã
Me sinto honrado ao te ver de manhã
Mesmo atrasado seu bom dia é meu
Anoiteceu
E eu te perdi de vista
Mais vejo sua conquista
Isso ameniza a falta que você me faz
Estou te esperando
Continue sonhando
Estou logo atrás buscando mais
Ouça essa canção
Tenha a mais importante opinião
É o mais resumido agradecer
O mais curto refrão que eu pude fazer
Mas não vai se importar
Se eu fizer assim cantando
Pois teu canto também
Me deixou cantando
Quero te abraçar quando amanhacer
Com orgulho no peito poder dizer... olá!
Hoje eu te vi pela televisão...
Hoje eu te vi pela televisão
Mostrando ao seu povo aquela canção
Cativando todos com a sua voz
Cá entre nós
Que linda voz
Não sai espalhando mais eu sou seu fã
Me sinto honrado ao te ver de manhã
Mesmo atrasado seu bom dia é meu
Anoiteceu
E eu te perdi de vista
Mais vejo sua conquista
Isso ameniza a falta que você me faz
Estou te esperando
Continue sonhando
Estou logo atrás buscando mais
Ouça essa canção
Tenha a mais importante opinião
É o mais resumido agradecer
O mais curto refrão que eu pude fazer
Mas não vai se importar
Se eu fizer assim cantando
Pois teu canto também
Me deixou cantando
Quero te abraçar quando amanhacer
Com orgulho no peito poder dizer... olá!
Hoje eu te vi pela televisão...
Reynaldo Gianecchini: “Nunca tive um romance com um homem”
28/02/2012:
O ator fez vários esclarecimentos e falou do futuro.
Reynaldo Gianecchini abriu o coração
na emocionante, esclarecedora e otimista entrevista que deu à revista
Época que está nas bancas. Em um vasto relato, o ator fala da descoberta
do câncer no sistema linfático, do doloroso tratamento e se defende dos
boatos que se seguiram como supostamente ser gay e portador do vírus da
aids. O galã, após tratamento de quimioterapria, se submeteu a um
autotransplante de medula em busca da cura da doença. Recuperado, ele já
teve alta médica para trabalhar. Vislumbrando o futuro e a perpetuação
de seu DNA, Giane ainda revela que só agora pensa em ter um filho.
Confira os principais tópicos da entrevista:
Curado?
“A
operação de medula para mim foi um renascimento. Meu transplante é um
pouco menos cabeludo do que os que se fazem com a medula de outra
pessoa, quando pode rolar uma rejeição. Eu super me aceitei (risos). Meu
transplante foi nada mais que uma quimioterapia muito pesada. Eu sabia
que seria duro, mas não tinha noção. É uma quimioterapia que mata sua
medula, aí você toma suas células de novo, as que foram salvas e são
sadias. E essas células vão se reproduzindo para formar uma nova medula.
Foi o único momento de meu tratamento em que eu pensei, caramba, será
que aguento isso? É muito penoso. Seu corpo inteiro, por dentro, fica em
carne viva. Não para nada dentro. Você come, vomita, tem diarreia.
Comer ainda está uma briga, porque eu não tenho apetite.”
A imunidade
“Logo
após o transplante, imunidade zero, por não ter mais medula. Você fica
com febre, fica sujeito a tudo. Eu, graças a Deus, não tive nenhuma
infecção. (...). A boa notícia é que a operação é intensa, mas rápida.
Em nove dias, minha nova medula já tinha “pegado”. Aí você é um bebê. A
gente perde todos os anticorpos, tem de tomar todas as vacinas de novo.”
Volta ao palco
“
A partir de 13 de março, vou começar bem devagar minha peça Cruel às
segundas e terças. Faço o vilão, o cruel. Isso vai ser meio louco. Lidei
com tanto amor, tanta gente vai me assistir, as pessoas tão carinhosas,
querendo me rever no palco. E vou estar lá fazendo horrores (risos),
supermalvado. Mas vou continuar muito cuidadinho. Tenho de me alimentar
direitinho, e não quero trabalhar como um louco. Gravações de novela os
médicos liberaram só a partir de junho.”
Exames
“Tenho
de fazer exame de sangue sempre, porque ainda estou sujeito a pegar
qualquer bactéria. São seis meses de acompanhamento mais profundo. Na
verdade, são cinco anos de acompanhamento. Posso viajar, mas não posso
ficar dando mole. Não posso ficar com gente gripada. Uma coisa meio
chata é que, na minha peça em São Paulo, não vou poder receber as
pessoas no camarim, ficar abraçando, beijando. “
A descoberta do câncer
“
Meu médico me ligou e disse: ‘É. Vai para o hospital’. Minha mãe estava
na cozinha aqui em casa fazendo comida. Pensei: ‘como vou falar isso
para minha mãe, se o marido dela, meu pai, está com câncer terminal?’
Era só isso que eu pensava. Sentia muito por minha mãe. Essa é uma
notícia que não dá para rodear. Eu disse: ‘Mãe, eu tenho de ir para o
hospital porque estou com câncer’. Não tinha outra maneira de falar. Ela
desligou o fogão. A gente foi em silêncio absoluto para o hospital.”
Medo da morte?
“O
importante para mim era saber que valores eu precisava rever, qual o
sentido de tudo isso. A primeira questão foi, sim, a morte. Caramba,
pensei, a gente age como se não tivesse de lidar com isso. Estou lidando
muito cedo, muito jovem, é claro que não quero morrer agora. Mas ela
está aqui na minha frente. Comecei a fazer terapia para fuçar em mim
tudo o que havia para fuçar, porque era o momento. A gente vive o dia a
dia como se a morte não fosse uma certeza. A gente devia viver sempre
com a certeza de que amanhã a gente pode morrer. Tanta coisa fica tão
pequena, tão sem valor diante da possibilidade da morte. Decidi viver o
presente, que é maravilhoso, sem passado e futuro. “
Suposto HIV positivo
“Foi
quando procurei o infectologista por causa da dor na garganta e dos
gânglios. Logo se espalhou o boato: ‘o cara tem HIV’. Nunca desmenti
nada. Porque eu ficaria eternamente nesse jogo. Mas agora acho melhor
falar, até por respeito às pessoas que gostam de mim e nem comentam
comigo. Eu não poderia jamais fazer o tratamento agressivo que fiz se
tivesse aids. Primeiro chequei todos os vírus, todas as bactérias, para
depois chegar ao câncer. Por isso posso dizer com toda a alegria do meu
coração para quem se preocupa realmente comigo: ‘Eu não tenho aids’.
Poderia mostrar um exame aqui, mas não é o caso. Já fui invadido com
tantas mentiras absolutamente infundadas. “
Polêmica com ex-empresário
“
Outro caso tratado de forma muito leviana. Essa é uma história que tem
muitos desdobramentos, que envolve dinheiro, bens e contas. Ele não era
meu empresário. Era uma espécie de administrador. Administrava toda a
minha vida profissional e até minha casa. Como eu estava sempre
viajando, precisava de alguém assim. É uma história que vai levar dez
anos na Justiça. Eu o estou processando, porque tem muito dinheiro meu
de que ele precisa prestar conta. Não é uma questão amorosa,
definitivamente, que está em jogo. Não é uma questão homossexual. Fui
ameaçado no meu patrimônio maior, a minha imagem. Mas é uma questão de
trabalho, e precisa ser comprovado por A mais B onde foi parar meu
dinheiro.”
Hétero ou bissexual?
“Penso
que essa questão da sexualidade é muito mais complexa do que as pessoas
tendem a achar. Cada um tem sua sexualidade. Nunca tive uma história
com um homem, nunca fui casado com um homem, nunca tive um romance com
um homem. Mas a sexualidade, ou a sedução, é outra coisa. A gente é
sexual no dia a dia sem transar. Conheço amigos que seduzem homem,
mulher, seduzem a porta. A gente é mais sensual nos trópicos. Mas essas
coisas são muito íntimas e, no meu caso, sou tão discreto que, se a
história está publicada numa revista como fofoca, pode ter certeza de
que é mentira.”
Tratamento espiritual
“Não
fiz nenhum tratamento miraculoso para me curar. Pessoas no Brasil me
procuravam, de todas as crenças e credos. Do rabino a alguém do
candomblé, passando por evangélicos, católicos e espíritas. Sempre
conversei com todos. Rezo sempre. Fui batizado, fiz primeira comunhão.
Adoro ouvir o que as pessoas falam e sou grato por toda a energia
positiva que as pessoas me enviaram orando por mim. Mas teve uma hora
que precisei abstrair e ir buscar a minha crença.”
Filhos
“
Meus amigos do interior falavam já aos 14 anos em casar e ter filhos.
Comigo, nunca foi assim. Sempre fui uma alma muito solta. Adoro criança e
sou um ótimo tio dos filhos de meus amigos, brinco a tarde inteira, mas
depois devolvo – “vai com papai” –, porque eu fico exausto. Mas é
verdade que, depois de encarar a morte, minha doença e a do meu pai, a
ideia de ter um filho tem rondado minha cabeça. Mexe um pouco com o
ciclo da vida, o sentido de tudo. Meu pai vinha passar as férias comigo.
Geralmente no Rio de Janeiro. Mas a gente não participava tanto da vida
um do outro. Ele ficou doente em janeiro do ano passado e já deram seis
meses de vida para ele. Tenho certeza de que vou ser um pai incrível,
muito presente.”
Mulheres estão oferecidas
“É,
acho mais graça na sutileza. Pode esfregar o peito na minha cara, mas
depois. Primeiro me conquista. Claro que às vezes tem uma graça na
sedução barata. Homem pode ser bagaceiro demais. Mas a mulherada perdeu
um pouco o rumo. Tem mulher que chega assim:’ vai me comer ou não?
Porque, se não me comer, é gay.’ Logo respondo: ‘não vou te comer e não
sou gay.’ Gosto de mulher ousada, mas os dois precisam ter a
sensibilidade de saber como chegar lá.”
O que o atrai numa mulher?
“
Gosto de mulher forte. Tenho admiração. Diferentemente da maioria dos
homens que costuma se concentrar se a bundinha está durinha, para mim o
que é sexy é um conjunto de coisas, e a inteligência faz parte disso. No
caso da Marília, tem vários fatores que a deixam super sexy. Não só a
inteligência, mas a postura, a segurança, uma coisa de peitar o mundo.
Quando as pessoas criticavam e preferiam acreditar que eu era gay por
estar com uma mulher mais velha que não era ‘a gatinha’, eu falava:
‘Vocês não entendem nada do que é uma mulher sexy, ou têm outro
conceito’. Tenho muita dificuldade em levar uma relação com uma pessoa
que só tenha uma bundinha e um peitinho, pode ser uma delícia uma noite,
mas ter uma relação envolve muitas coisas. Fui criado no universo
feminino, com mãe, tias, vizinhas, primas, irmãs. Aprendi a respeitar a
natureza da mulher. Nós, homens, somos mais escrachados. Mas gosto muito
de ser um homem sensível.”
| MEDICINA E FÉ |
Foto Ilustrativa
Indicam as pesquisas que há uma conexão direta entre o sistema imunológico e o cérebro. Em Israel, muitos pacientes e seus familiares, independentemente de seu grau de religiosidade, estão procurando o auxílio de rabinos.
| Edição 34 - Setembro de 2001 |
|
||||||||||||||||||||
rabinos, por outro, procuram reconfortar os pacientes e seus familiares, despertando-lhes a fé em D’us e ajudando-os a enfrentar a situação. Em uma reportagem publicada na edição de 20 de junho de 2001 do The Jerusalem Post Magazine, intitulada “Second Opinion”, vários especialistas das áreas de saúde e religião falaram sobre esta tendência que vem marcando a sociedade israelense nos últimos 15 anos.
“Os rabinos desempenham um papel muito importante, dando apoio moral e psicológico quando alguém está diante de uma situação difícil”, disse a professora Bracha Rager, imunologista e cientista-chefe do Ministério da Saúde de Israel, que se auto-define como uma judia secular. Segundo ela, cuidar da parte psicológica dos pacientes é tão importante quanto da física e ambas estão diretamente relacionadas. Para comprovar suas palavras, a cientista menciona as inúmeras pesquisas que revelam que o estresse emocional pode aumentar os riscos de doenças e infecções que prejudicam a recuperação dos pacientes. “Não há dúvidas de que há uma conexão direta entre o sistema imunológico e o cerébro”.
Deixando de lado suas crenças, os médicos procuram não interferir na maneira como seus pacientes lidam com a questão religiosa. O professor Felix Ulmansky, chefe do Departamento de Neurocirurgia do Hospital Universitário Hadassah, em Ein Kerem, conta que 90% dos seus pacientes – religiosos ou não, profissionais de diferentes segmentos – buscam o auxílio de rabinos nos mais diversos níveis, seja para pedir uma bênção ou um amuleto antes de uma cirurgia, ou até para se aconselhar com seu líder espiritual sobre a escolha do cirurgião. “Tal atitude não é muito coerente com a medicina, mas se as pessoas se sentem mais tranqüilas, então não há problema. Afinal, a experiência tem-nos mostrado que os indivíduos que se sentem mais respaldados emocionalmente têm uma recuperação mais rápida e melhor do que aqueles que estão deprimidos”.
É dentro desse princípio de apoiar e despertar a autoconfiança que atuam os rabinos, explica Yitzhak Barnea, rabino-chefe sefaradita de Ramat Gan. “Os amuletos não são racionais. Não ajudam o corpo, mas sim a alma. Algumas vezes, se a pessoa acredita que vai ter êxito, ela o terá. Cada geração possui tradições diferentes, mas se de alguma maneira estas funcionam, é por causa da crença que se tem”, explica o rabino Barnea. Para ele, um rabino pode e deve transmitir esperança e coragem, principalmente porque a maioria dos indivíduos só procura um líder espiritual quando os médicos não têm a solução para o seu problema. Brincando, diz: “Mesmo se sua fé não é muito profunda, dizem a si mesmos que mal não lhes fará e, afinal, não têm nada a perder”.
Para Menachem Friedman, professor de religião e sociologia da Universidade Bar-Ilan, na verdade, o que as pessoas desejam é sentir-se seguras e nem sempre os médicos podem garantir isso. Segundo ele, a morte é o que as pessoas mais temem na vida. Mas como não se pode, ainda, curar doenças como Aids e câncer – mesmo com todo o desenvolvimento da ciência – as pessoas voltaram-se para os rabinos, ressalta Friedman.
As relações entre religião e doença não se limitam, no entanto, ao apoio psicológico e moral aos pacientes e seus familiares, em momentos difíceis. Baseiam-se, também, em antigas tradições judaicas. Segundo o professor Moshe Akerman, fundador do Instituto Nacional de Judaísmo e Medicina do Estado de Nova York, é amplamente sabido que, desde os tempos bíblicos, as comunidades judaicas usavam talismãs contra as moléstias. Cita como exemplo a maneira como Moisés e o profeta Eliahu efetuavam curas através de preces.
Akerman afirma, ainda, que no Talmud há várias citações sobre amuletos, incluindo debates sobre sua eficácia e se o seu uso não estaria contrariando as leis judaicas. Embora muitos rabinos condenavam esta prática, seu uso era tão difundido que foram criadas leis para regulá-lo.
Muitos textos cabalísticos incluem regulamentos detalhados sobre como preparar e usar amuletos. Entretanto, alguns sábios, como Maimônides, sempre se opuseram ao seu uso.
Até os dias atuais, no entanto, não há consenso entre médicos nem religiosos sobre o poder da fé em casos de doença. Jay Levine, médico e estudioso das relações entre medicina e judaísmo, acredita que o tema deveria ser debatido com mais freqüência e profundidade. Para ele, a oração deve ser considerada a primeira e não a última opção e deve sempre acompanhar o tratamento médico convencional. “Há espaço para a Torá e para a ciência, mas esta não deve limitar-nos a ponto de não conseguirmos ter a fé que a primeira exige. O médico deve ser considerado como a autoridade máxima em todos os aspectos médicos enquanto que a força das preces de um rabino deve ser compreendida em sua real dimensão”.
Para Dorit Nitzan, especialista em cirurgias máxilo-faciais no Hospital Universitário Hadassah, o relacionamento entre pacientes e rabinos pode aumentar ou diminuir a confiança entre as partes. “A cura rápida e segura do paciente é o objetivo mais importante. Se meus pacientes me disserem que precisam escalar o Monte Fiji ou encontrar-se com um rabino para se sentirem tranqüilos e confiantes, tudo bem! Não me cabe julgar ou decidir sobre o que os faz sentir-se melhor. Principalmente em um país como Israel, com uma gama tão diversificada de comunidades com costumes e tradições próprias. Eu quero que mantenham suas tradições e não quero perturbar sua vida”.
Segundo Nitzan, nada disso é preocupante desde que a orientação religiosa não contrarie as prescrições médicas. Muitas vezes, seus pacientes já lhe disseram que queriam todas as informações possíveis sobre o seu caso, para então consultar um rabino. “Eu dou todas as explicações, pois percebo que isto os deixa mais tranqüilos. Talvez porque, alguma vezes, os médicos não pensem muito sobre o aspecto psicológico dos pacientes, enquanto os rabinos o fazem”.
A voz dos pacientes
“Os rabinos não substituem os médicos, mas podem ajudar o doente a recuperar a autoconfiança de uma maneira diferente do que os psicólogos. Se o rabino for um indivíduo realmente sábio, pode penetrar na alma de quem o procura e ajudar esta pessoa a refletir sobre questões como a vida e a morte. Esta é uma situação muito comum entre aqueles que ‘quase morreram’. Ninguém passa incólume por uma experiência destas”, afirma Itai Suissa. Ele foi vítima de um atentado terrorista em Jerusalém Oriental, em outubro do ano passado.
Suissa recebeu cinco tiros. As balas atravessaram o céu de sua boca, destruíram a mandíbula, atingiram um olho e uma alojou-se em seu cérebro. Desde então, ele já foi submetido a mais de uma dúzia de cirurgias; os médicos reconstituíram sua face e conseguiram remover a bala, sem causar danos ao cérebro. Sua família procurou um rabino, que lhe entregou alguns amuletos, disse-lhes para mergulhá-los na água, usando-a para lavar o corpo do rapaz durante sete dias. Quando este deixou o hospital, o rabino pediu-lhe que fosse à sinagoga para recitar a Birkat Hagomel – a reza de agradecimento por ter escapado da morte. E ele fez o que lhe era pedido, mesmo sem ser religioso ou ter o hábito de freqüentar sinagogas.
“Orei para agradecer a D’us por me ter salvo. Foi um sentimento muito bom porque rezava do fundo do meu coração. Eu sentia que o que aconteceu comigo e minha recuperação tinha sido um milagre – e queria agradecer. Percebia que a prece estava me ajudando, não por causa do rabino, mas por causa da minha força interna”, explica Suissa. Ele ainda vai enfrentar algumas cirurgias, mas diz que mudou a maneira de ver a vida.
A linha divisória entre aqueles que buscam apoio psicológico ou religioso junto a rabinos não é muito definida. Os hospitais de Israel estão repletos de histórias de fé nascida ou fortalecida em situações trágicas. A história de Shimon Ohana é uma delas. Aos 21 anos, foi ferido durante o seu primeiro dia de treinamento como polícia de fronteira, quando dirigia seu carro na região entre Guiló e Jerusalém. Uma bala atravessou seu coração. Ohana chegou ao hospital sem pulso e, após os médicos terem conseguido ressuscitá-lo, permaneceu inconsciente durante 18 dias na Unidade de Terapia Intensiva. Ao ver sua mãe sempre chorando pelos corredores do hospital, um médico lhe disse: “Pare de chorar e comece a rezar”. Foi quando ela decidiu procurar um rabino, que lhe deu um rolo de Torá e pediu que fosse colocado próximo à cabeça de Shimon.
Sua recuperação foi parcial; ele ainda faz terapia, tem lapsos de memória, mas está bem o suficiente para jogar futebol. Sua mãe não tem dúvidas de que as preces ajudaram seu filho a se salvar, com o auxílio dos médicos. “Os rabinos e os médicos fizeram todo o trabalho. Ambos foram mandados por D’us”. A família toda se tornou mais religiosa desde que o rapaz foi ferido. “É muito comum as pessoas se aproximarem de D’us após enfrentarem uma grave doença, pois são situações que as levam a pensar sobre seu próprio relacionamento com o Todo Poderoso e a se questionarem”, afirma o rabino Eddie Abramson, professor de Midrash na Sinagoga Yakar, em Jerusalém.
Claudia Leitte faz campanha em prol do Hospital Aristides Maltez
A
cantora Caludia Leitte não quer saber de descansar. Mesmo de férias,
após a maratona de carnaval, Claudinha está se mostrando dedicada a uma
causa nobre. Através das redes sociais, Facebook e Twitter, a cantora
está mobilizando os fãs para arrecadar fundos para o Hospital Aristides
Maltez, que sofre o risco de fechar suas portas em 30 dias.
"Preciso
da ajuda de vocês! Pensei que se cada seguidor doar 1 real, teremos a
chance de manter a estrutura de pé. Por favor, me ajudem a fazer este
sonho se tornar real", publicou a cantora. "Siga seu coração! Caso
queira ajudar com um valor maior, o Hospital Aristides Maltez agradece! E
aí, vamos fazer muita gente feliz? O BEIJO", concluiu.
Essa não é a primeira vez que a cantora ajuda o hospital, no último dia 13 de dezembro, Claudinha fez um show no Teatro Castro Alves, com a renda revertida para a unidade.
Essa não é a primeira vez que a cantora ajuda o hospital, no último dia 13 de dezembro, Claudinha fez um show no Teatro Castro Alves, com a renda revertida para a unidade.
Maltez Filho diz que Giberto José precisa ir ao psiquiatra
Na
noite desta quinta-feira (01), o presidente da Liga Bahiana Contra o
Câncer, o médico Aristides Maltez Filho, fez severas críticas ao
comportamento do secretário municipal de Saúde, Gilberto José (PDT), que
disse honrar criteriosamente com o pagamento dos valores pactuados.
O fato é negado pelo filho gestor do hospital, que disse que a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) não realiza pagamentos de procedimentos da ordem de R$ 13 milhões, e por isso o hospital corre o risco de fechar. O Aristides Maltez realiza por dia 3 mil atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
"O secretário deve estar precisando fazer exames com psicólogo ou com psiquiatra. Ou ele é desmemoriado ou despudorado. Ao fazer uma afirmativa dessa ele demonstra que não tem sensibilidade pelo cargo que ocupa. Tem dívidas que não foram pagas desde 2010. Ele precisa ir ao psiquiatra para se consultar", disse o médico durante o programa Se Liga Bocão, apresentado por José Eduardo na noite desta quinta-feira (01).
Para o médico, o secretário não reconhece o serviço prestado aos portadores de câncer que dependem do SUS. "Nós estamos buscando o bem da população. Eu não posso mandar as pessoas irem embora para que as pessoas desenvolvam o câncer em casa. Não sou capaz de aceitar uma atitude vil e desleal. Nem como político está merecendo respeito", disse.
Ainda na oportunidade, Filho disse que o secretário não tem capacidade para exercer o cargo que ocupa, por declarar que está em dias com o hospital. "É uma mentira deslavada e tudo isso eu tenho mandado por escrito a ele. Ele acorda para viver mas não acorda para exercer o cargo que ocupa", colocou o médico.
De acordo com dados da administração da instituição filantrópica, que é financiada com verbas federais, municipais e por doações de voluntários, HAM fez 9,5 mil cirurgias em 2011, atendeu a 11.400 mil pessoas, com 169 mil aplicações de radioterapia, em 21.200 mil ciclos de quimioterapia. Além disso, trabalham no local 143 médicos e outros 943 funcionários.
Foto: Gilberto Júnior // Bocão News
Nota publicada originalmente às 18h25 do dia 1º
O fato é negado pelo filho gestor do hospital, que disse que a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) não realiza pagamentos de procedimentos da ordem de R$ 13 milhões, e por isso o hospital corre o risco de fechar. O Aristides Maltez realiza por dia 3 mil atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
"O secretário deve estar precisando fazer exames com psicólogo ou com psiquiatra. Ou ele é desmemoriado ou despudorado. Ao fazer uma afirmativa dessa ele demonstra que não tem sensibilidade pelo cargo que ocupa. Tem dívidas que não foram pagas desde 2010. Ele precisa ir ao psiquiatra para se consultar", disse o médico durante o programa Se Liga Bocão, apresentado por José Eduardo na noite desta quinta-feira (01).
Para o médico, o secretário não reconhece o serviço prestado aos portadores de câncer que dependem do SUS. "Nós estamos buscando o bem da população. Eu não posso mandar as pessoas irem embora para que as pessoas desenvolvam o câncer em casa. Não sou capaz de aceitar uma atitude vil e desleal. Nem como político está merecendo respeito", disse.
Ainda na oportunidade, Filho disse que o secretário não tem capacidade para exercer o cargo que ocupa, por declarar que está em dias com o hospital. "É uma mentira deslavada e tudo isso eu tenho mandado por escrito a ele. Ele acorda para viver mas não acorda para exercer o cargo que ocupa", colocou o médico.
De acordo com dados da administração da instituição filantrópica, que é financiada com verbas federais, municipais e por doações de voluntários, HAM fez 9,5 mil cirurgias em 2011, atendeu a 11.400 mil pessoas, com 169 mil aplicações de radioterapia, em 21.200 mil ciclos de quimioterapia. Além disso, trabalham no local 143 médicos e outros 943 funcionários.
Foto: Gilberto Júnior // Bocão News
Nota publicada originalmente às 18h25 do dia 1º
Prof. Aristides Pereira Maltez 1882 - 1943
Bacharelou-se em
Ciências e Letras, em 1902, no antigo Ginásio da Bahia. Foi aluno
laureado e distinguiu-se, durante sua vida de magistério, como professor
de preparatórios, ensinando grego, latim, inglês, francês, português e
ciências físicas e naturais.
Em 1903, ingressou
na Faculdade de Medicina do Terreiro de Jesus e, concomitantemente,
convidado pelo Governo do Estado da Bahia, lecionou grego, latim e
português, no Ginásio da Bahia, até 1937, tendo ensinado a diversas
gerações. Fez um curso brilhante, na Faculdade de Medicina da Bahia,
formando-se em 1908, tendo sido o orador oficial da turma. Era
considerado orador primoroso, ora comovente, ora empolgante, lírico e,
quando necessário, buliçoso das massas. Após sua formatura, viajou, em
1911, para os Estados Unidos da América do Norte, onde se especializou
em Ginecologia e Obstetrícia.
Em 1932, após
invulgar trajetória e brilhante concurso, assumiu a cátedra de
Ginecologia na Faculdade de Medicina da Bahia. Teve cinco filhos Luiz
Malltez, Guilherme Maltez, Carlos Maltez, Aristides Maltez Filho e Jorge
Maltez.
Hábil e primoroso cirurgião, dos maiores de sua geração, tendo, inclusive, idealizado técnicas cirúrgicas.
Hábil e primoroso cirurgião, dos maiores de sua geração, tendo, inclusive, idealizado técnicas cirúrgicas.
A maior realização de sua vida, como pioneiro na luta contra o câncer, no Brasil, foi a idealização, no final da década de 20, da construção de um Instituto de Câncer para a Bahia, visando, especialmente, atender às mulheres portadoras de câncer do colo do útero que, por falta de acomodações adequadas, viviam à mingua nas portas dos hospitais.
Conseguiu a consumação de seu ideal com a fundação da Liga Bahiana Contra o Câncer, em memorável sessão, em uma ensolarada manhã de domingo ― dia 13 de dezembro de 1936 ― juntamente com 52 abnegados companheiros, com maior destaque para o Prof. Ruy de Lima Maltez.
Esteve sempre voltado para a atenção à população carente, bem expressado na frase que, até hoje, marca todos os limites de sua instituição, ao proferir oração, no ato da instalação: “Esta é a lâmpada da caridade que jamais se apagará no coração dos meus seguidores”.
Contando com o apoio do Governador do Estado da Bahia, na pessoa do interventor Landulpho Alves de Almeida, e da sociedade baiana, conseguiu adquirir a Chácara Boa Sorte, em Brotas, por trezentos contos de réis. Ainda nos idos de 1940, começou a ser erigido o Instituto de Câncer da Bahia.
Mais uma vez demonstrando sua elevada sensibilidade para com o social, na ocasião do lançamento da pedra fundamental, proferiu a frase: “A semente de carvalho está lançada. A sua sombra não será, porém, mais para mim; servirá, sim, para dar abrigo aos cancerosos pobres da Bahia”.
Nos idos de 1943, sem que estivesse a obra concluída, veio a falecer o eminente professor, no dia 5 de janeiro. Seus pares, em memória ao idealizador, ao realizador da obra, decidiram denominar o Instituto de Câncer da Bahia de Hospital Aristides Maltez, que começou a funcionar em fevereiro de 1952 e somente foi concluído, em 1984, graças ao arrojo e à elevada sensibilidade do, à época, Governador do Estado da Bahia, Antonio Carlos Magalhães.
Sexta, 02 de Março de 2012 - 00:00
Aristides Maltez Filho
“O
secretário perdeu toda a sua formação médica de origem, que já deve ter
se deteriorado dentro dele. Ele está mostrando que, se não é
desmemoriado, é um despudorado, porque ir a público dizer uma estultice
dessa é coisa de uma pessoa que não tem equilíbrio e beira a necessidade
de um exame de sanidade mental.”
Presidente da Liga Bahiana contra o Câncer, sobre as declarações do secretário municipal de Saúde, Gilberto José, que o acusou de tentar impor um contrato superior em R$ 2 milhões e negou que a prefeitura deve R$ 13 milhões ao hospital.
Presidente da Liga Bahiana contra o Câncer, sobre as declarações do secretário municipal de Saúde, Gilberto José, que o acusou de tentar impor um contrato superior em R$ 2 milhões e negou que a prefeitura deve R$ 13 milhões ao hospital.
Ajude o Hospital Aristides Maltez
Enviado por marcelosoaressouza, sex, 02/03/2012 - 10:12O Hospital Aristides Maltez, o único que atende gratuitamente às pessoas de toda a Bahia com câncer, está prestes a fechar as portas por uma dívida de mais de R$ 13 milhões por parte da Prefeitura de Salvador. Na tentativa de tentar impedir esse absurdo, estamos com uma campanha pedindo doações, de qualquer valor, que, com certeza, salvará muitas vidas.Autor:Diversos
Quem puder colaborar, segue:
Em Nome da: Liga Bahiana Contra o Câncer
O Hospital Aristides Maltez pode fechar as portas em breve, em razão da
situação financeira cada vez pior. Uma dívida da Secretaria Municipal de
Saúde com o estabelecimento, calculada em pouco mais de R$ 13 milhões,
impossibilita a continuação do atendimento, segundo o presidente da Liga
Bahiana Contra o Câncer, o médico Aristides Maltez Filho. “O nosso
relacionamento com a Secretaria Municipal de Saúde é o mais destoante
possível, chega à beira do escândalo. Nós estamos com um débito
acumulado superior a R$ 13 milhões e não temos de onde tirar para
continuar atendendo à população carente da Bahia”, declarou. Caso o
problema não seja solucionado, a unidade pode deixar de funcionar dentro
de 25 dias, pois faltaria dinheiro para a compra de medicamentos,
material cirúrgico e o pagamento de funcionários. O hospital, que conta
com 218 leitos, completou 60 anos no último dia 2 de fevereiro, atende
diariamente a aproximadamente 3 mil pacientes, 100% pelo SUS, e é
referência no tratamento contra o câncer. A taxa de ocupação,
atualmente, é de 90%.
É com pesar que vos escrevo o Hospital Aristides Maltez pode fechar as portas em breve, em razão da situação financeira cada vez pior. Uma dívida da Secretaria Municipal de Saúde com o estabelecimento, calculada em pouco mais de R$ 13 milhões, , a mãe de todos nos pacientes de câncer poderá nos abandonar, é muito triste saber que o nosso pais não investem em saúde e educação, quando poderíamos pensar em tantas dores e ajudar o próximo, pensamos em nós, pensamos em roupa, sapatos, como podemos viver sabendo que o nosso irmão do lado sofre, como amenizar tantas dores, será que só Deus é a solução ou nos seres humanos poderíamos contribuir com um pouco, sabe o dinheiro que compra uma carteira de cigarro que mata poderia salvar um hospital, o dinheiro que gastaríamos com tantas bobagens e futilidades poderia ajudar um hospital que tem ajudado a salvar muitas vidas...
Por que colocamos nossas vidas nas mãos de governantes irresponsáveis, Por que somos egoístas, digo isso por mim que também sou egoísta, que também sou consumidora, e que também jogo as notas fiscais fora ao invés de depositar nas urnas dos supermercados e hospitais, se alguém Le essas humildes linhas passem adiante esse desabafo.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
O ingrediente secreto de Martha
Aquilo incomodava Ben cada vez que passava pela cozinha. Era a pequena caixa de metal na prateleira em cima do fogão de Martha. Provavelmente não teria prestado muita atenção ou se incomodado daquela forma se Martha não tivesse repetido tanto para ele nunca pegar nela. O motivo, dizia, era que a caixa continha " erva secreta " da sua mãe, uma erva que ela jamais poderia repor, não podendo, portanto, correr o risco de que Ben ou quem quer que fosse a abrisse, derramando acidentalmente seu precioso conteúdo.
A caixa não tinha nada de especial. Era tão velha que a maior parte do vermelho e dourado das suas flores originais havia desbotado.
Não eram só os dedos de Martha que haviam encostado ali, mas também os dedos da sua mãe e da sua avó. Martha não tinha certeza, mas achava que talvez até mesmo sua bisavó tivesse usado a mesma caixa e sua "erva secreta".
Tudo o que Ben sabia com certeza era que, pouco depois de ter casado, a mãe dela trouxera a caixa para Martha e lhe dissera para usar o conteúdo da mesma forma amorosa com que ela o havia usado.
E ela o usou, fielmente. Ben nunca viu Martha preparar um prato sem tirar a caixa da prateleira e colocar uma pitada da " erva secreta " por cima dos ingredientes. Mesmo quando assava bolos, tortas ou biscoitos, ele a via adicionando uma pitadinha imediatamente antes de colocar as formas no forno.
O que quer que houvesse na caixa com certeza funcionava, pois Ben achava que Martha era a melhor cozinheira do mundo. Não era o único a ter essa opinião - qualquer um que comesse em sua casa elogiava efusivamente a comida de Martha.
Mas por que ela não deixava Ben tocar naquela caixinha? Será que realmente tinha medo de ele derramar seu conteúdo? E qual era a aparência da "erva secreta"? Era tão delicada que, todas as vezes que Martha salpicava um pouco em cima da comida, Ben não conseguia descobrir a sua textura. Ela obviamente tinha que usar muito pouco, pois não havia como encher a caixa novamente.
De alguma maneira, Martha tinha conseguido fazer o conteúdo render durante os trinta anos de casamento, até aquela data. Nunca deixava de produzir resultados de dar água na boca.
Ben ficava cada vez mais tentado a olhar apenas uma vez no interior da caixa, mas nunca chegou a fazê-lo.
Até que um dia Martha ficou doente. Ben a levou para o hospital, onde a internaram para passar a noite. De volta em casa, sentiu-se extremamente solitário. Martha nunca tinha passado a noite fora. Quando a hora do jantar foi chegando, pensou no que fazer para comer - Martha gostava tanto de cozinhar que ele nunca havia se preocupado em aprender a cozinhar.
Enquanto perambulava pela cozinha, procurando o que havia na geladeira, viu imediatamente a caixa na prateleira. Ela atraía seus olhos como um imã. Desviou rapidamente o olhar, mas a curiosidade fez com que olhasse de novo.
A curiosidade o importunava.
O que havia na caixa? Por que ele não devia pegar nela? Qual era a aparência da "erva secreta"? Quanto havia sobrado?
Ben afastou o olhar e levantou a tampa de uma grande fôrma de bolo no balcão da cozinha. "Ah, ainda havia mais da metade de um dos maravilhosos bolos de Martha". Cortou um bom pedaço, sentou-se à mesa da cozinha e não havia dado a segunda mordida quando seus olhos se voltaram mais uma vez para a caixa. Que mal havia em olhar dentro? De qualquer forma, por que Martha mantinha tanto segredo?
Ben deu outra mordida e debateu consigo mesmo - deveria ou não? Durante mais cinco longas mordidas ele pensou no que fazer olhando fixo para a caixa. Afinal, não conseguiu mais resistir.
Atravessou lentamente o aposento e tirou a caixa da prateleira com todo cuidado - temendo, horror dos horrores, derramar o conteúdo enquanto dava uma olhadela.
Colocou a caixa no balcão e tirou cuidadosamente a tampa.
Estava quase com medo de olhar lá dentro! Quando viu o interior da caixa, os olhos de Ben se arregalaram - a caixa estava vazia, a não ser por um pedacinho de papel dobrado no fundo.
Ben tentou pegar o papel, sua mão grande e áspera lutando para entrar. Pegou-o pelo canto, tirou-o e desdobrou-o cuidadosamente sob a luz da cozinha.
Um bilhete curto estava rabiscado e Ben imediatamente reconheceu a letra como sendo a da mãe de Martha. De maneira simples, dizia: " Martha, em tudo o que fizer, acrescente uma pitada de amor".
Ben engoliu em seco, recolocou o bilhete e a caixa no lugar e voltou silenciosamente para terminar o bolo. Agora entendia, realmente, por que tinha um gosto tão bom.
Em todos os momentos de sua vida, em tudo o que você fizer "ACRESCENTE UMA PITADA DE AMOR"
do Livro Histórias para Aquecer o Coração
Você está na mira da indústria do tabaco há muito tempo
Os aditivos estão nos cigarros, charutos, tabaco sem fumaça,kreteks, bidis e narguilé. Açúcar, mel, cereja, tutti-frutti, menta, baunilha e chocolate, entre outros sabores, visam mascarar tanto o gosto ruim do tabaco, quanto a irritação e a tosse que sua fumaça provoca; e, assim, facilitar a primeira tragada e o desenvolvimento da dependência à nicotina. Vários estudos indicam que os adolescentes são especialmente vulneráveis a esses efeitos e têm maior probabilidade que os adultos de ficar dependentes do tabaco. Muitos dos aditivos, inclusive o açúcar, ao serem queimados durante o ato de fumar, se transformam em substâncias altamente tóxicas e cancerígenas.
O único objetivo da indústria ao acrescentar sabores e aromas ao tabaco é atrair você.
Cuidado com as armadilhas!
E aí? Você tem liberdade de escolha ou não?
| HPV - Perguntas e respostas mais frequentes |
Como os papilomavírus são transmitidos?A transmissão é por contato direto com a pele infectada. Os HPV genitais são transmitidos por meio das relações sexuais, podendo causar lesões na vagina, colo do útero, pênis e ânus. Também existem estudos que demonstram a presença rara dos vírus na pele, na laringe (cordas vocais) e no esôfago. Já as infecções subclínicas são encontradas no colo do útero. O desenvolvimento de qualquer tipo de lesão clínica ou subclínica em outras regiões do corpo é bastante raro.
Como os papilomavírus podem ser diagnosticados?As verrugas genitais encontradas no ânus, no pênis, na vulva ou em qualquer área da pele podem ser diagnosticadas pelos exames urológico (pênis), ginecológico (vulva) e dermatológico (pele). Já o diagnóstico subclínico das lesões precursoras do câncer do colo do útero, produzidas pelos papilomavírus, é feito através do exame citopatológico (exame preventivo de Papanicolaou). O diagnóstico é confirmado através de exames laboratoriais de diagnóstico molecular, como o teste de captura híbrida e o PCR. Onde é possível fazer os exames preventivos do câncer do colo do útero?Postos de coleta de exames preventivos ginecológicos do Sistema Único de Saúde (SUS) estão disponíveis em todos os estados do país e os exames são gratuitos. Procure a Secretaria de Saúde de seu município para obter informações.
Quais os riscos da infecção por HPV em mulheres grávidas?A ocorrência de HPV durante a gravidez não implica obrigatoriamente numa má formação do feto nem impede o parto vaginal (parto normal). A via de parto (normal ou cesariana) deverá ser determinada pelo médico após análise individual de cada caso.
É necessário que o parceiro sexual também faça os exames preventivos?
O fato de ter mantido relação sexual com uma mulher infectada pelo papilomavírus não significa que obrigatoriamente ocorrerá transmissão da infecção. De qualquer forma, é recomendado procurar um urologista que será capaz - por meio de peniscopia (visualização do pênis através de lente de aumento) ou do teste de biologia molecular (exame de material colhido do pênis para pesquisar a presença do DNA do HPV), identificar a presença ou não de infecção por papilomavírus.
Há algum fator que aumente o risco de a mulher desenvolver câncer do colo do útero?Há fatores que aumentam o potencial de desenvolvimento do câncer de colo do útero em mulheres infectadas pelo papilomavírus: número elevado de gestações, uso de contraceptivos orais (pílula anticoncepcional), tabagismo, pacientes tratadas com imunosupressores (transplantadas), infecção pelo HIV e outras doenças sexualmente transmitidas (como herpes e clamídia).
Parecer sobre a vacina profilática contra o HPV
Posicionamento do Ministério da SaúdeA discussão sobre a incorporação da vacina contra HPV no Brasil, no âmbito do Ministério da Saúde, até o momento, foi feita em duas etapas, a primeira pelo Grupo de Trabalho constituído pela Portaria GM/MS No 3.124, de 7 de dezembro de 2006, sob a coordenação executiva do Instituto Nacional de Câncer, cujas principais conclusões e sugestões, em 11 de abril de 2007, foram: Conclusões a) Existem ainda importantes lacunas de conhecimento científico sobre a vacina, tais como a duração da imunidade conferida, o uso em imunodeprimidos e gestantes, e a necessidade de vacinação de reforço. b) A indicação atual da vacina está limitada à população feminina de 9 a 26 anos, porém ela só confere imunidade para aquelas mulheres ainda não expostas aos HPV tipos 6, 11, 16 e 18, situação esperada apenas para mulheres que não iniciaram atividade sexual. c) A implantação de um programa de imunização específico exigirá o desenvolvimento de nova infra-estrutura operacional e de vigilância epidemiológica, incluindo suporte laboratorial para identificação e monitoramento da circulação dos diversos tipos de HPV no país, ainda não disponíveis no SUS. d) O gasto estimado para a vacinação de meninas somente na faixa etária de 11 a 12 anos, para uso durante um ano, tomando-se por base o preço comercial no país aprovado pela ANVISA para as três doses significaria um montante de 1,857 bilhão de reais. O orçamento para a aquisição dos 44 imunobiológicos (vacinas e soros) para o Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde para o ano de 2006 foi de 750 milhões de reais. Portanto, a inclusão da vacina contra o HPV significaria um incremento de quase três vezes o orçamento do Programa Nacional de Imunizações. e) A FIOCRUZ, através do Instituto Bio-Manguinhos, já manifestou interesse na fabricação da vacina e vem trabalhando no sentido de verificar a situação de patentes e a existência de condições técnicas e operacionais para o desenvolvimento nacional, bem como vem analisando alternativa para transferência de tecnologia. Sugestões 1. Fortalecer as ações de controle para o câncer do colo do útero, já estabelecidas pelo Ministério da Saúde e coordenadas pelo INCA, na lógica de integração de todas as ações que visam à melhoria da atenção à saúde da mulher. 2. Estruturar a rede de laboratórios da CGLAB/DEVEP/SVS para a identificação e o monitoramento da infecção pelo HPV. 3. Realizar os seguintes estudos, a serem promovidos pelo DECIT/SCTIE: a. inquérito de prevalência para conhecer a distribuição dos tipos de HPV no Brasil; b. análise de custo-efetividade; c. revisão sistemática sobre a efetividade da vacina contra o HPV em mulheres. 4. Criar condições para a produção nacional de vacina através do desenvolvimento interno ou pelo processo de transferência de tecnologia para o parque produtor nacional público, a exemplo de outras vacinas do calendário oficial do Programa Nacional de Imunização da Secretaria de Vigilância em Saúde, com vistas à garantia de autonomia e sustentabilidade da vacinação contra o HPV. 5. O grupo não recomenda a incorporação da vacina contra o HPV, no momento, como política de saúde pública. 6. esta recomendação deverá ser revista assim que as medidas sugeridas possam oferecer subsídios suficientes para análise ou a partir de estudos populacionais de grande impacto na ocorrência do câncer do colo do útero. Em 10 de fevereiro de 2010, o Ministério da Saúde, pela Portaria GM/MS No 310, constituiu novo Grupo de Trabalho, também sob a coordenação executiva do Instituto Nacional de Câncer, para avaliar os resultados do Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero, correlacionando seus indicadores de processo e gestão com a evolução das curvas de incidência e mortalidade, nacional e regionalmente; indicar, de modo sistemático, pontos fortes e fracos do atual Programa; elaborar propostas de aperfeiçoamento técnico e operacional do Programa; elaborar proposta de ação dirigida às regiões de mais altas taxas de incidência e mortalidade; avaliar o estado da arte de novas tecnologias para a prevenção e controle do câncer de colo útero e propor estudos dirigidos para a realidade do Brasil. Este grupo fez a discussão sobre a incorporação da vacina contra HPV no Brasil foi feita de forma integrada, levando em consideração as sugestões e recomendações elaboradas pelo grupo de trabalho anterior. A discussão considerou as duas vacinas atualmente disponíveis e aprovadas pela ANVISA para uso no Brasil, sendo uma quadrivalente (Gardasil, Merck®) e outra bivalente (Cervarix, Glaxo-Smith-Kline®) com fim de prevenção primaria para câncer do colo de útero, concluindo que as evidências científicas disponíveis até o momento relacionadas à vacinação contra o HPV indicam que: · Ambas as vacinas são profiláticas, isto é, a proteção conferida é maior quando aplicada em mulheres livres da infecção, ou, antes do início da vida sexual. · Não há diferença de eficácia entre as duas vacinas em relação à prevenção de lesões intraepiteliais cervicais. · Dificuldades de adesão ao esquema vacinal apontam para efetividade menor do que aquela observada nos ensaios clínicos. · Ainda existem lacunas de conhecimento relacionadas à duração da eficácia, à eventual necessidade de dose de reforço e à proteção cruzada. · A abrangência da proteção conferida pela vacina é dependente da proporção dos tipos 16 e 18 de HPV prevalentes na população. · A vacinação não exclui a necessidade do rastreio e causa impacto significativo no custo do sistema de saúde sem correspondente economia para as ações de rastreamento. · A redução da prevalência de lesões intraepiteliais cervicais aponta para necessidade de utilização de testes mais sensíveis e específicos para o rastreio de populações vacinadas. · As desigualdades existentes de acesso ao rastreio poderão ser perpetuadas no acesso as vacinas. Ademais, em função da própria história natural da doença, espera-se um impacto da vacinação na redução do câncer em 30-40 anos. No entanto há necessidades atuais na perspectiva do controle do câncer de colo uterino que podem ser atendidas pela ampliação e qualificação do rastreamento e tratamento das lesões precursoras e dos casos de câncer detectados, que podem ter impacto na redução da mortalidade em aproximadamente 10 anos, principalmente na população com maior incidência deste tipo de câncer. Adicionalmente foram prestados esclarecimentos sobre os processos de incorporação tecnológica no âmbito de Ministério da Saúde e, consequentemente, o grupo concluiu que a incorporação da vacina contra HPV na realidade atual não é factível, pois levaria à inviabilidade do equilíbrio no financiamento do SUS. O grupo também considerou prudente se esperar o resultado do estudo que se encontra em desenvolvimento, financiado pelo DECIT/MS, sobre custo-efetividade da vacina no Brasil. Os resultados deste estudo podem ser conclusivos para uma decisão futura sobre o tema. Quanto à orientação de incorporação tecnológica para uma futura produção nacional por laboratórios públicos que já produzem outras vacinas no Brasil, o grupo também sugeriu cautela em função da existência de estudos que avaliam a disponibilidade, prevista para os próximos anos, de uma nova geração de vacinas contra HPV mais efetivas que as atuais. Assumindo a competência para a qual foi constituído, o Grupo de Trabalho elaborou propostas para o aperfeiçoamento técnico e operacional do Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero. As proposições foram realizadas após ampla análise do cenário nacional, com avaliação da estrutura e das estratégias para alcançar os objetivos de redução das taxas de incidência e mortalidade por câncer de colo do útero preconizados pelo programa. As propostas apresentadas pelo grupo de trabalho foram sistematizadas pelos redatores em cinco eixos e apresentadas de acordo com a prioridade estabelecida. O Eixo 5 contemplou a avaliação de alternativas de ações para o controle do câncer de colo sendo uma das propostas ¿orientar gestores sobre as consequências da adoção não criteriosa do uso das vacinas com possível impacto negativo desta prática na alocação de recursos financeiros disponíveis para a assistência à saúde¿. Posicionamento da Organização Mundial da Saúde No âmbito mundial, a Organização Mundial da Saúde recomenda que a vacinação rotineira contra HPV seja incluída nos programas nacionais de imunização contanto que a prevenção do câncer colo do útero e de outras doenças relacionadas ao HPV representem uma prioridade em saúde pública; seja factível a introdução da vacinação através do programa nacional de imunização; a sustentabilidade do financiamento possa ser assegurada e a custo-efetividade das estratégias de vacinação no país ou região seja considerada. Segundo a OMS, as vacinas contra HPV devem ser introduzidas como parte de uma estratégia coordenada para a prevenção do câncer colo do útero e de outras doenças relacionadas ao HPV, e, principalmente, não deve diminuir ou desviar recursos dos programas de rastreamento, pois a continuidade dos mesmos é imprescindível. No caso da vacinação ser implementada é necessário garantir o monitoramento e registro em longo prazo da cobertura alcançada; dados individuais da população vacinada; vigilância de efeitos adversos; impacto na prevalência de subtipos de HPV, incidência de condilomatose anogenital, anormalidades citológicas, lesões precursoras e câncer invasivo e mortalidade por câncer invasivo. 3: Vacinação em homens A eficácia da vacina contra HPV foi comprovada em homens para prevenção de condilomatose genital e neoplasia intraepitelial peniana. Todavia não foi avaliado o impacto dessas doenças, provavelmente não prioritárias, em saúde pública. Teoricamente, se os homens forem vacinados contra HPV, as mulheres estariam protegidas através de imunidade indireta ou de ¿rebanho¿, pois o vírus é sexualmente transmissível. Entretanto, estudos que avaliaram a custo-efetividade das vacinas para a prevenção do câncer do colo do útero através de modelos matemáticos mostraram que um programa de vacinação de homens e mulheres não é custo-efetivo quando comparado com a vacinação exclusiva de mulheres.
Em caso de dúvida, envie sua pergunta para o contato@inca.gov.br
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